Artigos

o gajo é comilão

Outro exemplo que mete nojo a qualquer bom vegetariano.

francesinha

Uma francesinha. Adorável. Catita.

francesinha e cerveja

A pedido de diversas bocas exibo uma francesinha sumarenta com um bom corpo e com o resto (de qualidade) a acompanhar.

francesinha à maneira!

Depois das bebidas temos as comidas. Naturalmente…

atrasos mais que habituais

Por muito que seja minha vontade não consigo manter um registo regular das minhas fotos ou dos meus farrapos.
Algumas entradas que coloco aqui são quentinhas, outras têm algum atraso. Tenho perto de 675 fotografias para trabalhar e a pensar se valem a pena ir para o photoblog – renovado.

Duas destas fotos foram retiradas no Lambreta Bar e ao ver ontem o meu amigo Jorge a beber caipirinha recordei-me que tinha uma foto de uma mesa cheia de coisas boas e outra de uma caipirinha.

Assim em 17.ago fui-me refastelar no deleitoso Lambreta bar e saborear algumas verdadeiras delícias. A primeira foi naturalmente a ímpar, majestosa francesinha e desta vez tenho uma boa foto da mesa para demonstração visual da dita cuja.

Foi uma boa noite. Tenho de tentar repetir isto mais vezes.

fast food

Estou de dieta rigorosa há mais de 25 dias. Perdi com isso já 10 quilos. Não sigo as indicações do médico, porque como ainda menos do que ele aconselhou. Nada de batatas, fritos, massa, arroz…

Ontem fiquei com a minha filha em casa enquanto a minha mulher foi à missa de sétimo dia do meu ‘vozinho. Não me sentiria, desta vez, confortável, apesar do motivo, em estar numa cerimónia religiosa quando me sinto ultimamente um existencialista ateísta e emocionalmente quebrado.
Às 20.30, mulher em casa. O meu filho entretanto regressa vindo da casa da sua avó materna. Disse-me, contudo, que ainda não tinha jantado.
Oops, enganei-me nas horas
e esqueci-me do facto de ele ter pedido jantar em casa da avó.
Questionado sobre o queria comer sem gaguez disse McDonald’s, a irmã ouviu, gritou batatas-fritas e eu respondi ao miúdo que não estava para ir ao McDonald’s comer fritos quando ele sabia que eu já não estava nessa onda.

– Não vais morrer por comeres um hambúrguer – disparou ele.

Fuck! Fomos então.
Até fui satisfeito porque sempre adorei aquela fastfood. E, afinal, que se foda. Uma não são vezes. Ou lá o que seja que se diz.

McChicken (para reduzir os danos), batata média e Coca-Cola média lá trouxe para a mesa. Os filhotes adoraram, naturalmente. Eu ao primeiro golo de Coca-Cola pasmei pela ausência de prazer que tive; uma batata originou apenas um “mas que é isto”; o hambúrguer que deveria ser delicioso ficou parado em pasta na minha boca.
Enjoar com um menu McChicken não é normal. O que se está a passar comigo? Em que me estou a transformar? Acontecerá o mesmo quando decidir festejar com uma McChouffe e com uma francesinha? Em que me estou a transformar?

la fiamma, again

Lá arrisquei uma terceira ida ao La Fiamma.
Valeu a pena: a francesinha naquela massa é mesmo especial. A minha segunda ida foi mais “stressante”. Aqueles dias tipo “não sair à noite porque a manhã correu mal” ou algo assim.

Esta terceira francesinha compensa tudo o resto. O vinho italiano bastante geladinho, também ajudou à boa degustação.
Recomendo a valer. Da próxima vez tiro uma foto do exemplar para perceberem a diferença de aspecto e sabor.

Tenho de ir uma quarta vez tirar as teimas. Acho que esta vez ainda não contou. Okay é uma desculpa, mas é das boas!

o que é isto?

A convite de Master Hugo fui jantar ontem à nova pizzaria Dieci. Para experimentar novos sabores encomendei a francesinha da casa. Hugo já me tinha dito que era especial, mas como sempre tive de arriscar.

Bem. A francesinha é oferecida com um aspecto bastante apetitoso. Queijo. Imenso Queijo ornamenta-a. O problema surjiu na primeira trincadela. Não finquei os dentes numa bifana de porco, mas numa fatia de lombo de porco assado. Fatia naturalmente seca. E não sendo um comedor ortodoxo de francesinhas tenho de dizer que esta combinação não funciona para mim porque criou uma pasta desagradável na boca de difícil mastigação. Desiludido, mas não desesperado levanto a fatia superior do pão e espreito. Encontro pura e simplesmente 3 salsichas cortadas ao meio. E aqui desesperei. Naturalmente. Nem uma linguiça? Nem uma salsicha fresca?

Foi uma grande, gigante, enorme desilusão. Mais pelo lombo assado de porco. Não combina. Não é o meu tipo de francesinha; e contra isto nada a fazer. A pesquisar descobri que além da minha francesinha de eleição à outras formas, até vegetarianas, de as confeccionar. São estilos. Sou, contudo, fiel ao meu estilo.

E como apontamento os hambúrgueres Dieci são super, super excelentes.

Quanto à conversa essa vale sempre a pena. Naturalmente refrescante.

1:10

A decisão foi tomada e no dia 04 iniciei mais uma vez uma demonstração impiedosa de expulsão temporária de activos corpóreos. Só espero que desta vez seja uma expulsão mesmo definitiva. Já estou no quinto dia de luta e devo dizer que não custa muito… Custa muito, mesmo muito. Custa como o caraças. Preferia ficar com os testículos presos no fecho das calças.

Contudo desta feita fiz uma aposta comigo mesmo. Se conseguir vou-me premiar com uma francesinha e uma verdadeira cerveja.

Quando falo em francesinha, não é no sentido carnal, apesar de ela ser recheada com carne, mas sim em sentido gastronómico. E já agora, ressalvando a publicidade, pois a indicação é feita de acordo com os meus apetites, indico em Barcelos uns locais onde ataquei uma francesinha:

  • No Lambreta Bar é onde tenho comido boas francesinhas. A batata vem sempre à parte. Molho é a pedido mas à discrição. E acima de tudo, temos verdadeiras cervejas para acompanhar.
  • No Brasileirinho III é-me servida uma francesinha bastante recheada. O melhor local. Batata à parte a pedido. Há Erdingers para saborear num bom ambiente familiar.
  • No My Place, francesinha saborosa. Foi pena, naturalmente, por distracção não ter pedido batata à parte e isso não ter acontecido. Mas houve molho à discrição para compensar.
  • No Café Pelicano comi uma elegante francesinha. Ambiente recatado.
  • No La Fiamma, da primeira vez que me desloquei fui mimado com uma francesinha apetitosa. A melhor que comi até hoje em Barcelos. Na segunda deslocação foi-me apresentado um exemplar diferente – até assustador. Terei de ir outra vez para tirar as teimas. Comigo há sempre três com duas; ou duas com três.
  • Na Cervejaria Banabóia petisquei uma agradável francesinha. Saliento é a qualidade das chamuças e só por isso vale a pena ir ao Banabóia.

o cão, um aviso

Hoje a caminho do meu local de trabalho, atravessei o parque da cidade, e pelo segundo dia vi um homem, se assim o posso identificar, a passear um cão e um cãozinho. Chocou-me. Pensei que numa segunda vez a vontade de vomitar fosse facilmente ultrapassável. Engano meu. Aquela cena é mesmo difícil de engolir. Felizmente tinha o estômago parcialmente vazio. Virei logo a cara e tentei pensar em coisas bonitas. Num prato de búzios. Numa francesinha. Num bife. Numa belga. Consegui dessa forma ultrapassar a agonia.

Para onde caminhamos quando um homem alguém possivelmente e lamentavelmente do sexo masculino decide à frente de toda a gente passear um cãozinho. Mais valia passear um rato. Mas um cãozinho. Tenho um amigo que com bastante orgulho passeava uma cadela. Era uma cadela. Até podiam ser duas cadelas. Mas nunca seria mais meu amigo se eu soubesse que ele andava à trela com um cãozinho.

Está a haver uma perca de valores morais e sociais básicos. Já não chegava os pseudo-críticos dizerem que aquele filme com cowboys gays é um bom western. Aquilo pode ser tudo excepto um western. Uma pizza sem queijo nunca será uma pizza. Ponto final. Desde essa altura que só deixo o meu filho brincar ao zorro. E durante 6 meses vi e revi todos os western de Sergio Leone para manter a minha psique a um nível aceitável.

De uma próxima vez terei de o chamar à razão. Apesar de achar que o meu riso, nojo indisfarçável o tenha embaraçado o suficiente..