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thor, vol. 03 de 04

O terceiro volume (de um total de 4) da segunda série da Panini Brasil de Thor continua a compilar a quinta série norte-americana de Thor, sendo neste número também publicado The War of the Realms: The Omega. Os argumentos são de Aaron, Al Ewing, Daniel Kibblesmith e Gerry Duggan, com desenhos de Michael Del Mundo, Scott Hepburn, Ron Garney, CAFU, Oscar Bazaldua e Juan Ferreyra.

Bandas Desenhadas

Histórias que continuam a brilhar e afinal deveria era ter passado desta revista para a revista A Guerra dos Reinos: Crônicas de Guerra, vol. 03 de 03, mas em resumo pouco se perdeu na ordem da leitura.

Este Thor está a ser uma boa leitura.

As minhas leituras do crossover A Guerra dos Reinos (The War of the Realms):


a guerra dos reinos: crônicas de guerra, vol. 03 de 03

Por seu turno, o terceiro e último volume de A Guerra dos Reinos: Crônicas de Guerra conclui The War of the Realms: The War Scrolls e Gian-Man, apresentando ainda os 3 números de The War of the Realms: Spider-Man and the League of Realms. A nível de argumento, contamos com trabalhos assinados por Aaron, Sean Ryan, Christopher Cantwell, Charlie Jane Anders e Leah Williams. Quantos aos desenhos, estão a cargo de Andrea Sorrentino, Nico Leon, Cian Tormey, Simone D’armini e Marco Castiello.

Bandas Desenhadas

Li isto antes da revista Thor #3, mas mesmo assim foi uma leitura divertida. A ver se a minha opinião sobre as crossovers muda.


As minhas leituras do crossover A Guerra dos Reinos (The War of the Realms):

livros na palete – posição 002.2021

  • Demolidor, vol. 01 (3.ª série), compila os números da actual série do Demolidor nos EUA
  • Fabulosos X-Men, vol. 03 de 04 (prossegue a publicação da totalidade das 22 revistas da 5.ª série norte-americana de Uncanny X-Men.)
  • A Guerra dos Reinos, vol. 03 de 03 (último volume – finaliza a série principal, bem como algumas paralelas.)
  • A Guerra dos Reinos: Crônicas de Guerra, vol. 03 de 03 – conclui The War of the Realms: The War Scrolls e Gian-Man, apresentando ainda os 3 números de The War of the Realms: Spider-Man and the League of Realms.
  • Thor, vol 03 de 04 – continua a compilar a quinta série norte-americana de Thor. (informação obtida no site Bandas Desenhadas)

fragmento.00476

A História só adquire a sua realidade mais tarde, quando já passou, e as ligações gerais, instituídas e escritas nos anais anos depois, conferem a um acontecimento o seu alcance e o seu papel. Recordando a derrocada búlgara, acontecimento decisivo para o desfecho da Primeira Guerra Mundial e portanto para o fim de uma civilização, o conde Károlyi escreve que, enquanto o vivia, não dera conta da sua importância, porque, «nesse momento, “esse momento” não se transformara ainda “nesse momento”».
Danúbio de Claudio Magris (página 46)

thor, vol. 02 de 04

Neste número, Thor #2, continuamos com boas histórias – continua a compilar a quinta série norte-americana de Thor.


As minhas leituras do crossover A Guerra dos Reinos (The War of the Realms):

a guerra dos reinos: crônicas de guerra, vol. 02 de 03

Metade vale a pena, a outra metade nem por isso. A parte dos X-Men como que, digamos, desapontou. No geral diverte, mas não entusiasma.


As minhas leituras do crossover A Guerra dos Reinos (The War of the Realms):

a guerra dos reinos, vol. 02 de 03

Esta revista já tem histórias que compensam a leitura.

As minhas leituras do crossover A Guerra dos Reinos (The War of the Realms):

a guerra dos reinos: crônicas de guerra, vol. 01 de 03

Este volume vale a pena. Mais que divertido. Mais que violento. Mais que sangrento.

Ansioso pela continuação.


As minhas leituras do crossover A Guerra dos Reinos (The War of the Realms):

a guerra dos reinos, vol. 01 de 03

Uma história de imensa confusão e destruição. Caos para um lado, caos para o outro. Muita conversa e desenhos um pouco fracos.

A história “War of the Realms: Journey Into Mystery” foi super divertida – valeu a pena.

As minhas leituras do crossover A Guerra dos Reinos (The War of the Realms):

nunca

“Nunca lambi os dedos para virar folhas.”

“Nunca comi sushi.” “Nunca…” e estas afirmações são ditas com um orgulho desmedido. Pessoalmente nunca comi bisonte, nem centopeias, nem cão (acho eu), mas mosquitos já foram muitos os ingeridos involuntariamente. Gosto especialmente dos que afirmam “Nunca disse um palavrão.” A sério foda-se! Fantástico! Merecida medalha. Eu acho que um bom palavrão, o uso de calão em certas e determinadas situações compensa ter ouvido alguém, com coragem, afirmar “Nunca li Guerra e Paz, mas vi o filme.”

O “nunca” seguido de um “mas” é puro deleite. Pois quem o afirma sente-se mal pela anunciação do “nunca” e acrescenta o “mas” para mitigar o dano. É dar uma no tiro e outra na ferradura, é um soneto sem rima.

“Nunca fiz uma directa, mas já fumei ganza.” “Nunca dei um peido na cama, mas já arrotei.” Atitudes típicas de sociopatas.

Nunca digas nunca é o meu conselho.