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expressamente 1.0

Muita boa gente, e outra tanta má, utiliza as redes sociais para expressar o amor, a raiva, as injustiça e as traições cometidas e sofridas, porque esse mural virtual é muito superior ao muro das lamentações ou ao Speaker’s Corner. Quando descobri que certas coisas não eram tal como eu imaginava fiquei chocado. Hoje vou, por isso, fazer o mesmo e expressar algumas das minhas desilusões e tristezas no Facebook:

  1. o carteiro nem sempre toca duas vezes; felizmente deixa aviso de encomenda não levantada
  2. chamar o elevador não é dizer, nem gritar “Elevador, Elevador”, mas afinal carregar num botão

E é tudo por agora.

deepwind gorge

Com a vinda do patch 8.3 a 14 de Janeiro a battleground Deepwind Gorge vai sofrer alterações. Uma é a introdução de novos achievements, a outra a remoção do achievement Other People’s Property. Foi por causa disto que durante a semana passada e até ontem andei a fazer Deepwind Gorge atrás de Deepwind Gorge.

Ontem finalmente consegui o achievement e vou avançar para completar Deepwind Gorge Victory, porque, afinal, estou com 90/100 vitórias. A dez de completar todos para obter Master of Deepwind Gorge.

Esta corrida contra o tempo, porque nunca fui muito de pvp, ocorreu também para completar Strand of the Ancients.

Hoje, mais pela noite, vou continuar as minhas batalhas em Deepwind Gorge.

notícias frescas

O harpia do meu vizinho, que mora mesmo ao meu lado, na Rua do Perpétuo Socorro, desde que remodelou a casa com novos revestimentos e adquiriu, até, um novo carrinho acha-se o maior do mundo. O estúpido.

Ontem ele teve a ousadia de me oferecer boleia no seu novo carrinho. Não confiando na sua estabilidade, uma das rodas tinha um comportamento muito periclitante, recusei.

Eu, e não por preguiça, ainda habito a mesma casinha. É pequena; não tem uma coisa a imitar uma clarabóia, como a do meu vizinho, mas tem tudo o que preciso para eu adormecer. E não é afinal isso que interessa? Para quê luxos estéticos. E ao contrário do harpia do meu vizinho que dorme sempre embrulhado em merdas antigas eu adormeço sempre aconchegado por notícias fresquinhas. Hoje sou embalado pelo último número do Jornal de Letras e do Expresso, este é sempre um dos melhores lençóis.

Quanto a mim, adoro o avião, que aguarda o seu Marinetti ou o seu poeta futurista antifascista, pois o avião induz uma outra metafísica, contribui para uma nova perceção do tempo e do espaço. Antes dele, estas formas a priori da sensibilidade kantiana deduziam-se fisicamente, hoje constatam-se experimentalmente: o tempo é espaço, velocidade, deslocação, é a translação num espaço intermédio, bem como uma perceção corporal e subjetiva, uma sensação individual e pessoal. Não há tempo absoluto, nem uma ideia do tempo face à eternidade ou ao movimento, mas apenas a pura consciência de si apreendida em durações variáveis.
Teoria da Viagem. Uma Poética da Geografia de Michel Onfray (página 67)

de lado – 0072

vou escrever uma coisa muito, mas muito íntima, mesmo, mesmo ora leiam: hoje sinto-me adocicado!

de lado – 0062

Se não souber amanhã o que não sei hoje, tê-lo não sabido ontem não iria resolver rigorosamente nada.

sensações

Não tenho muitos boxers temáticos; mas hoje que viste os meus boxers Paixão de Cristo sinto-me capaz de coisas altamente pecaminosas.

A cor púrpura é brutal!

hoje é um dia

Hoje é um dia, entre muitos, que sinto uma tristeza pouco saudável. Falta saber se é um tristeza crónica ou uma ressaca disfarçada!?

de lado – 0056

As redes sociais até podem ser interessantes, se não nos esquecermos que o que foi dito hoje já é tão ontem.

de lado – 0051

Hoje vi uma mulher tão feia, mas tão feia; realmente tão feia que estava, naturalmente, disfarçada com uma máscara de Halloween – naturalmente!