Tag Archive for: hugo

beau présent: hugo cardoso

18 Ago
18.08.2014

‘cause @LadyFii I create a Twitter account.
She find that an anagram of my name is equal to: Oulipo Brat

So I will post/tweet, just for fun, some Oulipo stuffs.

The ninth (17.08.2014) is a Beau Présent that I made for my dear friend Hugo Cardoso.

Go dog…
Go!
Go!
Good… good dog!

Road chaos!
Ouch! Ouch! Ouch! Ouch!
A car crash a dog…
a good dog?
or
a god dog?

A droog dog!

So Hugo
a good sado crash!

uns livros e mais alguma coisa

30 Jul
30.07.2010

Sendo um sujeito de gostos simples as prendas são fáceis de dar… pois – livros.

livros

uns livros

A única questão é que tenho de fornecer uma lista de livros ao estilo lista de casamento para reduzir a possibilidade de livros já lidos ou já existentes nas estantes. Não que tenha uma grande biblioteca – tenho alguma coisa; na imagem lateral é possível não ver uma singela parede parcialmente tapada por algumas estantes.

bonecada

Não sou um “maluco”, no bom sentido, que adora coleccionar bonecos, mas tenho orgulho em pelo menos dois que ocupam uma das estantes.
Um é o Spawn the BloodAxe (Spawn Series 22: Dark Ages Spawn: The Viking Age), o primeiro do lado esquerdo prateleira; o outro, oferecido pelo Sir Pontix, directamente dos EUA, é o Clown III (Spawn Series 17: Spawn Classic), o último do lado direito da prateleira. Os outros são, geralmente, bónus de outras compras. Claro que o Jungle Troll Voodoo Priest, prenda do meu filho em 2008, é o boneco com maior valor sentimental.

cartas

Procurando mais pela casa ainda encontro mais “coisas” penduradas pelas paredes, mas a que posso destacar é o “quadro” que revela algumas cartas de Magic do baralho que usei no meu primeiro torneio internacional de Magic, Lisboa, na companhia de Pontix e Big Hugo. Foram dois dias espectaculares. Mais tarde tive de largar o vício Magic e as cartas emolduradas servem, agora, como recordação dos fantásticos combates mágicos que realizei.

Ainda tenho um quadro com um poster do anime que mais boas recordações me traz, Conan, The Future Boy, e outro quadro com a capa de uma revista do DD.

No final de tudo são “coisas” que me dão gozo ver quando passeio pela casa.

zona fantástica

13 Mar
13.03.2010

Dia 11 (quinta-feira) consulta médica no Porto. Carro estacionado no NorteShopping. Metro até à estação da Trindade. À saída viro à esquerda e subo a Rua do Bonjardim, à procura do n.º 505 – Livraria Central Comics. A porta, fechada, é-me aberta por uma presença feminina – bom sinal, detesto levar nos olhos quando entro, apesar de raramente, em lojas especializadas, com um Jeff Albertson.

Até ontem já tinha lido o nome Central Comics, sobre a loja falarei noutro post, em blogs e em comentários em blogs – que redundância – mas nunca associei que seria uma loja especializada em banda desenhada (BD) e muito menos existente no Porto; faço este reparo para se perceber um pouco o meu alheamento.

Até ao último festival Internacional de Banda Desenhada do Porto tinha um contacto constante com o universo de (BD). Recordo-me de que no último festival levei o meu fiho e um casal amigo – o meu filho divertiu-se imenso com a exposição temática sobre Gaston Lagaffe e eu diverti-me com ele e com o pulsar do salão, das exposições, das compras. Após isso afastei-me? da BD e as compras eram sempre álbuns dos “velhos” autores e mangá – muita mangá.

Não tendo uma BDteca invejável tenho uma BDteca considerável cheia do que eu chamo os meus “velhos” autores. “A Balada do Mar Salgado” e “Silêncio” editados pela Bertrand, entre outros, foram o trampolim para outras alturas; algumas edições em francês, são-me queridas como “Un Été Indien”, “La Marque de la Sorcière” e “Starwatcher”; “Os Olhos do Gato”, da editora brasileira Martins Fontes e “Eternus 9: Um Filho do Cosmos” de Victor Mesquita também têm o seu devido destaque, sem esquecer alguns álbuns assinados pela dupla Schuiten e Peeters e por Miguelanxo Prado.

Apesar do meu amigo p. (creio que esta palavra da minha parte faz sentido) saber deste meu novo poiso, relaxado como é, ainda não deve ter actualizado o RSS e por isso arrisco-me a dizer que a única loucura que cometi foi ter-lhe oferecido da minha BDteca, tendo em conta que detesta ler exceptuando livros com muitos desenhos, a minha colecção “Torpedo 1936”.

Quando descobri que “Os Passageiros do Vento” iam ter um novo? final? comecei novas investigações e encontrei excelentes blogs sobre banda desenhada.

Na sequência da resposta à minha pergunta “Vou ao Porto a uma consulta no dia 11 e vou experimentar a Central Comics. O que me dizem?” desloquei-me logo que saí na Trindade à Central Comics e comprei apenas, porque não sabia o que ia encontrar?, “Zona Fantástica”, “As Incríveis Aventuras de Dog Mendonça e Pizzaboy” e “Zona 0” – “Hägar #1” foi uma compra extra.

O resultado da compra foi obrigar-me a colocar de lado os livros, “Suite no Hotel Crystal” e “Os Prazeres do Ócio”, que levei para ler enquanto esperava pela minha consulta, e mergulhar no “Zona Fantástica”. E escrevi este longo texto obsessivamente cheio de pormenores para chegar a esta parte da história: a leitura do “Zona Fantástica”.

“Zona Fantástica” tem de tudo para ser uma edição que servirá de referência a projectos futuros.
Deve ter sido uma tarefa árdua a organização de todo o material que foi escolhido e “posto de lado” para que esta “Zona” seja uma BD no seu conjunto “Fantástica”. E só isso merece desde já o meu clamoroso aplauso, mas ainda ser oferecida BD em 80 páginas de grande qualidade gráfica e excelente paginação nas quais estão representados 34 autores é de exclamar um bom uau!

Se há autores que se movimentam bem em histórias curtas, outros demonstram alguma inexperiência? dificuldade? (não os conheço suficientemente bem para clarificar o motivo) na narração; e sem dúvida que pode ser mais difícil para alguns autores criar uma história de 3 pranchas – onde tudo tem de ser dito ou em que a conclusão fica dependente da nossa leitura – do que criar um álbum de 80 pranchas.

A vantagem de ser um outsider do circulo de BD nacional, não sou amigo, colega, ou remotamente conhecido de algum dos autores e portanto não sofro do pecado de-dizer-bem-do-teu-trabalho, para-dizeres-bem-do-meu, é que posso dar-me ao luxo, nem sofreria desse “pecado” mesmo que fosse um, digamos insider, – é um dos meus problemas, a sinceridade acutilante – de ser verdadeiro nas minhas opiniões sobre os trabalhos individuais após enaltecer o trabalho colectivo. E numa critica espontânea limito-me a dizer que, como gosto de Stoa porque sim, e não gosto de fanecas porque não, há histórias que adorei porque têm uma cor, uma textura, um estrutura narrativa que se aproxima do que sempre apreciei em BD, outras reconhecendo a qualidade do argumento e do desenho não me tocaram em especial. Adorei mais ver as ilustrações de Eduardo Monteiro, por exemplo, mas apenas porque sempre adorei ilustrações “mecanicistas”, mas tenho de referir, igualmente, que a ilustração (pág. 38) de Joana Afonso é simplesmente delirante.
De uma forma geral é a verdadeira qualidade dos valores individuais que tornam o colectivo excelente. A escolha dos melhores? trabalhos do meu ponto de vista tem sempre a ver com o nosso gosto pessoal.

Foram umas boas leituras.
O meu obrigado a todos os que tornaram possível ter na minhas mãos uma BD Fantástica!

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beam me up, scotty!