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o alquimista – os segredos de o imortal nicholas flamel

13 Mar
13.03.2011

“O Alquimista – Os Segredos de O Imortal” Nicholas Flamel, Michael Scott (Edições Gailivro) é um livro que nos envolve na história sem dificuldade. A leitura dos primeiros três capítulos trouxe-me à memória o filme “Ponto de Vista”: vemos os acontecimentos pela perspectiva de personagens diferentes.

Apesar de já ter pensado em comprar esta obra fui sempre adiando a sua compra em detrimento de outras – coisas.

A verdade: Nicholas Flamel nasceu em Paris, em 28 de Setembro de 1330. Quase setecentos anos depois, é reconhecido como o maior Alquimista de todos os tempos. Diz-se que descobriu o segredo da vida eterna. Os registos certificam que ele morreu em 1418. Mas o seu túmulo está vazio.

A lenda: Nicholas Flamel está vivo, graças ao elixir da vida que produz há séculos. O segredo da vida eterna está escondido no livro que ele protege – o Livro de Abraão, o Mago – o mais poderoso de sempre.
Se este for parar às mãos erradas poderá ser o fim do Mundo. É exactamente o que Dr. John Dee planeia fazer ao roubá-lo. A Humanidade só dará conta do que está a passar, quando for tarde demais e, se a profecia estiver correcta, Sophie e Josh Newman são os únicos com poder para salvar o Mundo, tal como o conhecemos.

Às vezes as lendas são verdadeiras. E Sophie e Josh Newman estão prestes a embrenhar-se na maior lenda de todos os tempos.

informação das Edições Gailivro

Esta sinopse é o ponto de partida para uma história do fantástico de qualidade inegável. Michael Scott combina as diversas mitologias (romana, grega, egípcia, nórdica, céltica) com a devida mestria. Recomendo vivamente a sua leitura.

Apenas saliento que a revisão em vários momentos deixa um pouco a desejar: ver páginas 42 e 49.

15 Out
15.10.2010 a imortalidade (…) é o que se vive enquanto a morte não chega.
Vida e Morte dos Santiagos por Mário Ventura

21 Nov
21.11.2009 Quando Philip deixou de crer no cristianismo, sentiu que um grande peso lhe fora tirado dos ombros; despojando-se da responsabilidade que sobrecarregava cada acto, quando cada acto era de infinita importância para a salvação da sua alma imortal, experimentou uma viva sensação de liberdade. Mas agora sabia que isso fora uma ilusão. Ao abandonar a fé em que fora criado, mantivera intacta a moral que era sua parte integrante. Resolveu, então, pensar por si mesmo sobre as coisas. Determinou não se deixar influenciar por preconceitos. Descartou-se de vícios e virtudes e rejeitou os princípios assentes do bem e do mal, com a ideia de encontrar por si próprio uma norma de vida.
A Servidão Humana por Somerset Maugham

Obra poderosa que foi, na semana passada, relida com os mesmos olhos, mas com outro saber; são mais 20 anos em cima das costas.

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