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o legado de júpiter – livro 1: luta de poderes de mark millar e frank quitely

19 Abr
19.04.2018

O Legado de Júpiter – Livro 1: Luta de Poderes foi uma boa surpresa e acabou por ser uma leitura muito mais envolvente do que Imperatriz.

Continuo a diverti-me muito mais lendo banda desenhada não Marvel ou DC.

Esta semana vou ver o filme Vingadores: Guerra Infinita daí que tenha iniciado a leitura da saga Os Vingadores: Infinito, editada pela Goody apesar de não apreciar “estas” sagas galácticas.

anigamix 2011

04 Abr
4.04.2011

CONCLUSÃO: Nunca mais vou forçar os rebentos a eventos de BD. O meu filho mais velho estava com uma cara de enterro capaz de envergonhar qualquer recente viúva (alegre ou não); nunca vi em funerais uma melhor cara de enterro do que a exibida por ele ontem no Anigamix 2011. Saiu-me tudo trocado; devia-o ter deixado em casa a ficar mais entorpecido em frente da XBOX 360. Nada de assinaturas desenhadas (exceptuando uma), nada de apresentação da Zona Monstra – um completo vazio na confusão do Anigamix.

[….] Quanto ao Anigamix 2011?

Os pontos positivos foi umas boas compras e ter sido descoberto pelo Nuno Amado aka bongop. Quando alguém me diz “Olá Paulo Brito!” e não sei quem o diz o meu cérebro começa a processar pelas minhas memórias ao melhor estilo CSI um reconhecimento facial. Salvou-me mais embaraços a identificação “Sou o Nuno Amado, reconheci-te pelo chapéu.” Não deixou de ser engraçado ter encontrado a pessoa que me levou a comprar novamente livros de BD em Português – confiança nas editoras portuguesas precisa-se. Nuno Amado é o responsável pelo excelente blog de divulgação de banda desenhada: Leituras de BD.

Gostava de ter conversado com ele, fora da blogosfera, mas as ditas circunstâncias explicadas na “CONCLUSÃO” inicial isso impediram.

nuno amado e mim

Deixo-me com mais umas fotos; comprei, igualmente, o “Zona Mostra”, “O Amor Infinito que te Tenho e Outras Histórias” e mais umas obras.

boring europa

boring europa

diogo carvalho, obscurum nocturnus

diogo carvalho, obscurum nocturnus

Foto rapinada do blog Leituras de BD de Nuno Amado – é possível ver ali a minha grande pujança.

mim por ele

mim por ele

vírus?

22 Jan
22.01.2010

Ao passar junto a um monitor reparei no fundo do ambiente de trabalho – a face de um recém-nascido todo sorridente. E não pude deixar de comentar à D., responsável por aquela decoração?, que ela tinha um enorme vírus no pc. É o meu neto! – exclamou orgulhosa. Mas não será um vírus?

Concluo, com a costumeira clareza com que concluo as minhas conclusões, que os recém-nascidos são mesmo um vírus que se alimenta da energia vital dos progenitores – sugadores de tempo, de harmonia, de noites bem dormidas; criadores de roupa suja em perfeita função exponencial; autênticos mestres perfumistas.

Quando reparo em alguém com olheiras e de olhar perdido no “infinito e mais além” sei que estou perante um ser humano vítima desse vírus recém-nascido [RN]. Não se iludam, papás e mamãs, não há treino militar capaz de simular o cenário de guerra de uma habitação habitada por um recém-nascido. Não existe qualquer tropa de elite, STF, SASR, GSG9, KSK, BOPE, CFN, COE possuidora de treino psicológico eficaz para combater o RN que domina com facilidade e desenvoltura qualquer forma de combate – exímio até no ataque terrorista.

Aliens, anacondas, aranhas gigantes, ogres, dragões, salamandras, abelhas assassinas, Kings Kongs, T-Rexs são uma patética anedota de susto porque se existe algo verdadeiramente assustador é o ataque terrorista de um RN. Com uma preparação inata são capazes quando menos se espera de surpreender qualquer progenitor em qualquer altura, em qualquer lugar: seja com um ataque sonoro poderoso e persistente capaz de inibir a capacidade de relaxamento e nunca nenhum progenitor foi capaz de ganhar um combate orientado para limitar o impulso de começar-se a adormecer designado para fácil memorização por C.O.L.I.C.A.; seja com um ataque S.E.A.L. [1] (Secreção Explosiva de Alta Liquidez) – que é o mais cutilante -, tecnicamente rebaptizado de vómito ou carinhosamente apelidado de bolsar, na melhor peça de roupa, que se vestiu para aquela tentativa ilusória de passeio dominical junto à praia; seja com um ataque químico amarelo-esverdeado (ou C.O.C.O [Concentração Optimizada de Componentes Olfactivos]), militarmente identificado como altamente odorífero capaz de penetrar à velocidade da luz nas narinas em efeito murro no plexo solar levando normalmente a vitima a um regurgito estomacal, à perda de lucidez, à produção de suores, tudo embrulhado numa tez cadavérica.

Alguns progenitores, talvez, dignos praticantes de alguma filosofia masoquista – ou quiçá até de forma inocente, não serão necessariamente obtusos, nem merecem ser ostracizados na sua procura de um bem melhor, ou apenas pensaram ter criado anticorpos -, decidem tentar novas técnicas de combate ou aperfeiçoar as anteriormente usadas com vista a derrotar pelo menos uma vez o RN; mas o novo RN é sempre, mas mesmo sempre, uma experiência única, ímpar em nada semelhante ao(s) anterior(es).
Não me pretendo alongar nos porquês de ainda haver desejos por um segundo RN – teria muito que escrever. Apenas reafirmo a minha natural preocupação pela sanidade mental dos progenitores e sou sempre, nestes casos, praticante de uma solidariedade remota.

Termino dizendo que sou contra o facto de alguns gabinetes de análise de risco família-militar [o casal] colarem ao RN um nome que entendem caracterizar e/ou amenizar? a sua sublimação táctica – T.I.G.R.E. [2] (Terrorista Inato Gerador de Repulsa Extrema). Não pretendo ser tão suave. Se fosse rotular o RN com uma palavra que significasse toda a sua capacidade bélica seria simplesmente e assustadoramente de bebé.


[1] Não confundir com os SEALs (Sea, Air, and Land Forces)
[2] Não confundir com os TIGRE (Tático Integrado de Repressão Especial)

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