Artigos

livros na palete – posição 047

Pouca coisa a assinalar.

  • Capital e Ideologia de Thomas Piketty
  • Outra Inquirições de Jorge Luís Borges
  • Eneida de Vergílio

livros na palete – posição 045

Algumas coisas interessantes – dois livros de não-ficção (autores novos) e ficção de autores conhecidos:

  • Segunda Fundação de Isaac Asimov
  • Ficções de Jorge Luís Borges
  • Pedro Álvares Cabral de José Manuel Garcia
  • O Terrível Terramoto da Cidade Que Foi Lisboa de Arnaldo Pinto Cardoso
  • Os Peixes Também Sabem Cantar de Halldór Laxness

o tango de jorge luis borges

O Tango por Jorge Luis Borges é um livro sumarento. Cheio de pormenores deliciosos.

E, já agora, o livro de Arturo Pérez- Reverte “O Tango da Velha Guarda” consegue transportar sem dificuldade o leitor para o ambiente do tango dançado nos prostíbulos de Buenos Aires.


Güiraldes tem um poema sobre o tango, incluído no livro El cencerro de cristal, que data, creio, de 1915. Nele, compara-o com um macho — é evidente que se refere ao tango milonga e não ao tango canção — e depois há uma linda frase que diz: «Tango fatal, soberbo e bruto.»
O Tango por Jorge Luis Borges (página 113)

no interior: “o tango”

Arte no interior do livro O Tango – Quatro Conferências por Jorge Luís Borges publicado pela Quetzal Editores.

A imagem da capa do livro faz parte do arquivo pessoal da dançarina de tango, María Nieves Rego.

livros na palete – posição 001

Aqui estão os livros a repousar na minha mesinha de cabeceira que pretendo ler e reler durante este ano.

Esta imagem irá sofrendo alterações conforme saiam uns livros e entrem outros. O caos da mudança.

Aqui é possível ver livros de ficção científica de Clifford D. Simak, Robert J. Sawyer, Samuel R. Delany, Robert A. Heinlein, Ursula K. Le Guin; e outros de Arthur Machen, Jorge Luís Borges, Italo Calvino, Sam Shepard e outros mais.

Eu, que tantos homens fui em vão, quero ser um e eu. A voz de Deus respondeu-lhe, dum turbilhão: Tão pouco eu sou; eu sonhei o mundo como tu sonhaste a tua obra, meu Shakespeare, e entre as formas do meu sonho estás tu que, como eu, és muitos e ninguém.
O Fazedor: Everthing & Nothing por Jorge Luís Borges