Tag Archive for: josé eduardo agualusa

livros na palete – posição 017

13 Out
13.10.2019

Aqui temos:

  • Elevation de Stephen King
  • Criminal – Os Meus Heróis Foram Sempre Drogados de Ed Brubaker e Sean Phillips
  • Deadpool Mata Os Clássicos de Cullen Bunn e Matteo Lolli
  • Mr. Mercedes de Stephen King
  • O Coração é o Último a Morrer de Margaret Atwood
  • A Sociedade dos Sonhadores Involuntários de José Eduardo Agualusa

livros na palete – posição 008

01 Ago
01.08.2019

Uma nova remessa de livros recebidos. De tudo um pouco. Mais livros de viagem e quatros autores para descobrir:

  • Despertar de Stephen King
  • Teoria da Viagem de Michel Onfray (novo autor, na colecção Terra Incógnita)
  • Viagem por África de Paul Theroux (na colecção Terra Incógnita)
  • A Fome de Alma Katsu (nova autora)
  • A Vida Feliz de Elena Varvello (nova autora)
  • Coração Negro de Naomi Novik (nova autora)

Um novo de José Eduardo Agualusa: A Rainha Ginga; e a sequela de The Shining, Doutor Sono.

Doutor Sono de 2013 ganhou o prémio Bram Stoker Award para o melhor romance. E tudo aponta que a 08.11.2019 será exibido um filme com o mesmo nome.

Uma encomenda de livros em inglês. Dois autores desconhecidos: Larry Niven e Paolo Bacigalupi.

  • The Windup Girl de Paolo Bacigalupi
  • Monday Starts on Saturday de Arkady & Boris Strugatsky
  • Ringworld de Larry Niven
  • Broken Angels de Richard Morgan

As últimas aquisições de Julho:

Uma edição limitada a comemorar os 10 anos do lançamento do livro A Catedral do Mar de Ildefonso Falcone; edição pela Suma de Letras.

E “O Menino Nicolau e os Amigos” de Goscinny e Sempé.

E a prenda de anos da minha mais-que-tudo.

O sexto volume da Saga Witcher de Andrzej Sapkowski.

estação das chuvas de josé eduardo agualusa

24 Jul
24.07.2019

Biografia romanceada de Lídia do Carmo Ferreira, poetisa e historiadora angolana, misteriosamente desaparecida em Luanda, em 1992, após o recomeço da guerra civil, transporta-nos desde o início do século até aos nossos dias através de um cenário violento e inquietante. Um jornalista (o narrador) tenta descobrir o que aconteceu a Lídia, reconstruindo o seu passado e recuperando a história proibida do movimento nacionalista angolano; pouco a pouco, enquanto a loucura se apropria do mundo, compreende que o destino de Lídia já não se distingue do seu.

Quetzal Editores

Obra dolorosa da José Eduardo Agualusa.

As diversas personagens do livro são apanhadas no turbilhão do movimento nacionalista angolano e acompanham a violência que ele produz. E se o objectivo do livro não é responder ao que origina a violência é fácil compreender que para uns é a sobrevivência, para outros a fuga de uma vida no inferno, para outros a família, a ganância e até a ilusão.

Estação das Chuvas perturba e choca o leitor. Mas a narração é bem equilibrada. Nos momentos em que o autor escreve sobre a vida de Lídia do Carmo Ferreira temos uma narrativa lúcida (poética). Quando narra episódios relacionados com a guerra civil é-nos apresentada realistamente a loucura da guerra e do ódio..

22 Jul
22.07.2019 (Paulete: «O amor torna as pessoas ridículas. O ódio é um sentimento mais respeitável.»)
Estação das Chuvas de José Eduardo Agualusa (página 127)

no interior: “estação das chuvas”

17 Jul
17.07.2019

Vinheta, criada por Rui Rodrigues, de um louva-a-deus no interior do livro “Estação das Chuvas de José Eduardo Agualusa – edição Quetzal.

a substância do amor e outras crónicas de josé eduardo agualusa

27 Jun
27.06.2019

A crueldade feminina fascina os homens. Amar uma mulher sem veneno é como jogar à roleta-russa com uma pistola fulminante. A obscura força que leva um sujeito a lançar-se da Pedra da Gávea, no Rio de Janeiro, preso a uma frágil lona (um parapente ou um asa-delta), em direção ao imenso abismo azul, aos prédios aguçados, às areias luminosas da praia do Pepino, é a mesma que o precipita, indefeso e nu, para os braços de uma mulher. 

Quando o louva-a-deus encontra a sua deusa e esta lhe diz vem, vou-te comer, o infeliz sabe que aquilo não é uma metáfora. Mesmo assim, seguro de que depois do amor será servido ao jantar, o louva-a-deus persigna-se e vai. É o que nós fazemos – homens e mulheres -, à procura do amor, em fuga do amor, desencontrados.

Wook

Sei que já li em livros anteriores de José Eduardo Agualusa:

  • A Velha Esperança morreu sentada (conto)
  • O Último Andar (conto)
  • Dançar outra vez (crónica)
  • e outras referências

Qual a importância disso? Nenhuma e alguma – serve para sossegar a minha obsessão por pormenores, pois claro.

E quanto ao livro A Substância do Amor de José Eduardo Agualusa? Uau formidável; delirante – fantástico. Tanta coisa boa em poucas páginas.

26 Jun
26.06.2019 Uma mulher encontrou um caracol. «O que é isso nas tuas costas’», perguntou-lhe a mulher. «Isto?», admirou-se o caracol, «essa agora, isto é a minha casa.» A mulher suspirou: «Meu Deus! e não tem jardim?»
A Substância do Amor de José Eduardo Agualusa (página 180)

25 Jun
25.06.2019 — O futuro para mim quase não tem segredos. Lembro-me de amanhã como se fosse ontem. (…)
— Vou andando. Aparece lá em casa e falamos dos velhos tempos. O futuro, por vezes, dá-me saudades do passado.
A Substância do Amor de José Eduardo Agualusa (página 49)

no interior: “a substância do amor e outras crónicas”

24 Jun
24.06.2019

Vinheta – uma cebola – que ilustra o interior do livro “A Substância do Amor e Outras Crónicas” de José Eduardo Agualusa editado pela Quetzal Editores. Desenho por Rui Rodrigues.

as mulheres do meu pai por josé eduardo agualusa

21 Jun
21.06.2019

Ao morrer, o famoso compositor angolano Faustino Manso deixou sete viúvas e dezoito filhos. A filha mais nova, Laurentina, realizadora de cinema, tenta então reconstruir a atribulada vida do falecido músico. Em As Mulheres do Meu Pai, realidade e ficção correm lado a lado, a primeira alimentando a segunda. Nos territórios que José Eduardo Agualusa atravessa, porém, a ficção participa da realidade. As quatro personagens do romance que o autor escreve, enquanto viaja, vão com ele de Luanda, capital de Angola, até Benguela e Namibe. 

Wook

Outro livro de José Eduardo Agualusa de grande qualidade, mas com um registo diferente. Uma história em que o parece que vai ser não o é.

Um livro de amor e desamor no qual a música é o fio condutor e o unificador comum.

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