Tag Archive for: loucura

revista digital minatura #169 – loucura

14 Fev
14.02.2020

Capa da Revista Digital miNatura #169 que me esqueci de registar. A revista pode ser descarregada aqui.

e.n.c.a.r.r.e.g.a.d.o.

12 Fev
12.02.2020

É mais que certo que o mundo do trabalho está cheio de fungos capazes de quebrar as restrição térmicas que têm protegido a sanidade do trabalhador. Contudo e tendo em conta que as alterações climáticas estão a originar o aparecimento de alguns nabos laborais foi criado um analista de risco: o E.N.C.A.R.R.E.G.A.D.O. [Elegante Nabo Capaz de Alcançar Ridículos Raciocínios Enquanto Garante Actividades de Desgaste Operacional]

palácio de palagónia

10 Fev
10.02.2020
@ wikipédia

The Villa Palagonia is a patrician villa in Bagheria, 15 km from Palermo, in Sicily, southern Italy. The villa itself, built from 1715 by the architect Tommaso Napoli with the help of Agatino Daidone, is one of the earliest examples of Sicilian Baroque. However, its popularity comes mainly from the statues of monsters with human faces that decorate its garden and its wall, and earned it the nickname of “The Villa of Monsters” (Villa dei Mostri).

This series of grotesques, created from 1749 by Francesco Ferdinando II Gravina, Prince of Palagonia, aroused the curiosity of the travellers of the Grand Tour during the 18th and 19th centuries, for instance Henry Swinburne, Patrick Brydone, John Soane, Goethe, the Count de Borde, the artist Jean-Pierre Houël or Alexandre Dumas, prior to fascinate surrealists like André Breton or contemporary authors such as Giovanni Macchia and Dominique Fernandez, or the painter Renato Guttuso.

Sobre a sua visita a este Palácio Goethe no seu “Viagem a Itália” tem umas opiniões interessantes. Transcrevo algumas considerações:

Durante todo o dia de hoje ocupámo-nos dos absurdos do príncipe de Palagónia (…) e seria uma grande honra querer atribuir-lhe uma centelha que seja de imaginação.
(…)
O aspecto repugnante destes abortos produzidos pelos mais ordinários canteiros é ainda potenciado pelo facto de eles serem feitos dos mais soltos tufos de calcário conquífero;
(…)
Mas, para vos transmitir todos os elementos da loucura do principe de Palagónia, fazemos seguir o seu inventário.
(…)
Imaginem-se agora todas estas figuras produzidas em massa, geradas sem sentido nem razão, agrupadas sem objectivos nem critérios, imaginem-se estas peanhas, estes pedestais e estas disformidades numa sequência sem fim, e poderá ter-se uma ideia da sensação desagradável que se apossa de qualquer um que passa pelo flagelo destes desvarios.
(…)
Seria preciso um caderno, só para descrever a capela. É o cúmulo de toda esta loucura (…)

páginas 314/315/316/317/318

tony chu: granda frango! #9

27 Dez
27.12.2019

É o regresso triunfante de Poyo ao mundo de Chu! O universo delirante do nosso detective cibopata preferido mergulha na loucura total. Um galo Poyo guerreiro biónico. Uma agente Olive em missão infiltrada. Um casamento em Las Vegas. Não, dois casamentos em Las Vegas! Um legume extra-terrestre alucinogénio. E montes e montes de animais falantes, incluindo um golfinho. Mas não se preocupem: nenhum deles foi maltratado durante a realização deste volume de Tony Chu, de longe o mais desaparafusado da série!

G Floy

Um volume com um final surpreendente (assustador!) que me fez dizer: porra!!

Com argumento de John Layman e arte de Rob Guillory as aventuras continuam a bombar forte e feio.

27 Dez
27.12.2019 Como uma varinha mágica nas mãos erradas, o trânsito transformava minutos em horas, humanos em bestas e qualquer vestígio de sanidade em pura loucura. Istambul não parecia importa-se com isso. Tinha tempo, bestas e loucura de sobra. Mais uma hora, menos uma hora, mais uma besta, menos um louco… a partir de determinada altura, já não fazia diferença
Três Filhas de Eva de Elif Shafak (pág. 13)

tony chu: receitas de família #8

27 Dez
27.12.2019

Anthony e Antonelle Chu são irmãos gémeos. Tony e Toni. Cada um deles com as suas próprias habilidade paranormais extraordinárias, embora diametralmente opostas. O Tony é cibopata, capaz de sentir impressões psíquicas do passado de tudo o que morde ou ingere. A Toni é cibovidente, capaz de ter uma visão breve do futuro de tudo o que morde ou ingere. O Tony está vivo. A Toni está morta. A Toni foi assassinada. O Tony jurou apanhar o assassino da irmã. E a Toni vai ajudá-lo.

G Floy

Delirante! Brilhante! Chocante! Crocante!

Com argumento de John Layman e arte de Rob Guillory as aventuras de Tony Chu continuam a valer ler e reler – estimulante!

c.h.e.f.e.

20 Nov
20.11.2019

Não vamos negar: quem exagera na estupidez tem grandes hipóteses de ver subir a taxa de loucura, especialmente a loucura má porque é contagiante. Isso é o primeiro passo para se transformar num C.H.E.F.E. [Camelo Hábil Em Feitos Estúpidos].

a definição de insanidade é fazer a mesma coisa repetidamente e esperar resultados diferentes

10 Out
10.10.2019

Esta citação, “A definição de insanidade é fazer a mesma coisa repetidamente e esperar resultados diferentes”, é constantemente atribuída a Albert Einstein, mas não existe registo que o mesmo alguma vez tenha dito isso.

Nem no livro, The Ultimate Quotable Einstein, Edited by Alice Calaprice, Princeton University Press, Princeton, New Jersey (2010), a citação aparece.

“Insanity is repeating the same mistakes and expecting different results.”, na sua versão inglesa tem o seu registo escrito mais antigo segundo a Wikipédia…

From the book Narcotics Anonymous, which is referred to within the Narcotics Anonymous fellowship as “the basic text”. The quotation was not in the “grey book” version of the basic text distribute­d for editing by the fellowship at large in 1980, but was in the approval version released in November, 1981. A pdf scan of the 1981 approval version can be found here, with the quote appearing on p. 11 (p. 25 of the pdf), at the end of the fourth paragraph (which begins “We have a disease; progressive, incurable and fatal”).

Wikipédia

a fome de alma katsu

13 Ago
13.08.2019

Um relato tenso e fascinante sobre a trágica expedição no Oeste americano que levou a um dos maiores desastres da história da América Tamsen Donner deve ser uma bruxa. É a única explicação para a série de azares que têm afetado a caravana Donner, que se arrasta pelas áridas extensões do Oeste americano. Falta de comida, violência e a morte misteriosa de uma criança levam os pioneiros à beira da loucura. Pior: não se conseguem libertar da sensação de que alguém — ou algo — os está a perseguir. E quando membros da expedição começam a desaparecer, todos os vestígios de sanidade e civismo se perdem. Baseado em factos verídicos, esta é a saga de 90 homens, mulheres e crianças que sofreram um dos maiores desastres da exploração do Oeste americano. Foram apenas as circunstâncias do acaso ou algo desesperado, doente e esfomeado causou a ruína de todos?

Wook

Uma leitura muito viciante. Um livro que diverte – verdadeiro page-turner.

31 Jul
31.07.2019 (…) Penso que nenhum homem argumentaria contra a ideia de que, se todo o pensamento consciente, toda a memória, toda a capacidade de raciocínio fossem momentaneamente erradicados da mente humana, o que ficaria seria puro e terrível.
(…)
Sabem, no fundo nada temos de Homo Sapiens. O nosso núcleo é a loucura. A instância primário é o assassínio.
Cell de Stephen King (página 219)
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