Tag Archive for: moda

o guarda-chuva, o quê?

11 Nov
11.11.2010

A minha esposa cheia de contentamento, com um rosto tão radiante, como só ela sabe fazer, ofereceu-me um guarda-chuva? tão pequeno em tamanho que vou certamente o perder dentro do porta-moedas.

Agora que o olho bem de perto até me sinto incomodado com o seu comprimento. Acho, até, que o meu falo nos seus momentos de maior felicidade e energia cósmica é maior do que esse adereço irritante.

Reconheço que é prático, mas pouco lisonjeador para um homem que gosta de coisas grandes a fugir para o pujante. Enfim… foi a mais-que-tudo que o ofereceu tenho de sofrer com a chuva e com o guarda-chuva; sofrimento duplo.

vampire gravedigger

01 Nov
1.11.2010

Coveiro vampiro – uma nova moda!
Na noite de Halloween – mim mesmo. Um novo tipo de vampiro que fica satisfeito com qualquer tipo de sangue, mesmo que tenha de cavar para o obter.

chinelas terceiro andar

30 Ago
30.08.2010

Ao disparar a minha cabeça para fora da água após um mergulho super esquisito reparo junto à piscina em dois lindos pés! pousados numas chinelas que baptizei de “chinelas terceiro andar”. A sola das ditas é doentiamente alta.

Como é possível alguém conseguir controlar o centro de gravidade em cima daquela aberração de moda?
Acho que umas chinelas rasas são mais sensuais e, sim, práticas, mas louvo, aplaudo e sublinho a coragem de artista de circo.

Eu uso chinelas e chinelos rés-do-chão.
Têm diversas vantagens:
# o risco de partir uma perna é reduzido em 63,3%;
# permite que as chinelas possam ser arrastadas dando ao seu portador uma sensação de relaxe única (o efeito sonoro desagradável para alguns ouvidos é um efeito secundário aceitável);
# os calcanhares podem ser ligeiramente colocados na exterior dos chinelos(as) para serem higienicamente limpos de quaisquer peles mortas (o ideal maceramento para a minha podologista).

Perante estas singelas três vantagens subscrevo a abolição do terceiro andar nas chinelas. Quem está comigo?

não é coincidência

23 Ago
23.08.2010

Hoje está a chover e este facto meteorológico não é coincidência – não pode ser.
Os deuses devem estar a chorar pelo facto das minhas férias terem terminado. Sim os deuses, porque a acreditar? numa entidade divina porque não dar um violente salto de fé e crer em imensos deuses – no lindo panteão romano ou grego, não sou esquisito.

Claro que isto implicaria um salto enorme porque aprendemos que existe a mitologia greco-romano. E uma questão emerge dos meus pensamentos: para quando uma mitologia judaico-cristã?
Tal como já matamos imensos deuses porque não criar uns novos. Poderia ser a nova moda?

Solicita-se carinhosamente o envio por qualquer meio escrito do que poderão vir a ser Os novos deuses, sujeitos a votação, democraticamente.

fio dental

11 Ago
11.08.2010

Bem…
Estou de férias!

Piscina, mais piscina e mais piscina e aprender a andar a cavalo. Um pouco diferente de montar uma égua. Mas sendo uma pessoa com coragem vou conseguir… Um cavalo não precisa de muitos preliminares!

Mas o que tem isto a ver com fio dental?!
Ao colocar as malas de viagem na bagageira do carro uma delas, mais indicada para uma viagem de avião, mala mesmo boa para esse fim, mas demasiada dura para colocar na bagageira de um carro, houve a necessidade, segundo a minha irmã de passar o conteúdo da dita mala, para um saco mais maleável?, e foi ela que tratou da passagem da roupa. A mala em questão continha os trapos da minha sogra.

E após o primeiro banho, limpeza de cloro, a mãe (ou sogra) solicita à filha uma cueca e …. nada de cuecas; a minha querida irmã não transpôs essas peças intimas para o saco. E sem qualquer sobressalto a sogra vestiu umas cuecas fio dental da minha mais-que-tudo.

Eu já a sabia uma avó moderna, mas agora até aderiu ao estilo cueca fio dental. Com 73 anos temos uma senhora altamente sexy que já pensa em visitar uma loja Victoria’s Secret para andar na moda depois de sentir a grande liberdade do fio dental.

o joão hoje está doente!

21 Jul
21.07.2010

Deve ser moda as mulheres em conversa falarem no João, no Carlos, no José, no Manel, no Tone como se eu tivesse sido alguma vez apresentado formal ou informalmente ao sujeito cônjuge.

Hoje recebi, sem convite ao lado onde estava a tomar um café, uma pessoa simplesmente Graça que me informou em tom exclamativo (só para chatear aqueles que querem abolir o ponto de exclamação da blogosfera) na sequência de uma conversa inócua sobre o tempo, o mar, o calor – à inglês típico – que o “João hoje está doente!”…
– … ah! quem?
– o meu marido o João.
– e eu por acaso conheço o teu marido, porque não dizes “o meu marido está doente”.
– porque ele se chama João!
– e lá estás tu com isso “João”. Eu digo o prenome da minha mulher quando falo com conhecidos dela. Com outras pessoas é a minha mulher. Não és capaz do mesmo?
– não!?
– mas, afinal, o que desejas tu com este estilo? mais intimidade? salientar a potência do prenome “João”? ou é o estilo moderno?
– … … … … és mesmo um chato!
– nem nisso tens razão, gostava de ser chato, mas sou mais para o redondo!
– … és incrível Paulo! – e foi engolir o seu café para outro lado.

Ya! Eu sei, sou mesmo incrível. Mas não entendo esta moda que prolifera em qualquer recanto social.

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