Tag Archive for: morrer

20 Mai
20.05.2019 Ali parado sob a chuva miudinha (…), ocorreu-lhe que as crianças eram melhores em quase a morrer, e também eram melhores em incorporar o inexplicável nas suas vidas. Acreditavam implicitamente no mundo invisível.
A Coisa por Stephen King (página 584)

20 Fev
20.02.2019 A longevidade deu cabo das nossas pensões, do equilíbrio da nossa vida de trabalho, dos nossos serviços de saúde, do nosso parque habitacional, da nossa felicidade. Deu cabo da própria velhice.
(…)
Os caçadores-recoletores não deviam ter-se deixado cair neste tipo de alhada. Abandonaram os velhos, ou afogaram-nos, ou mataram-nos à paulada, ou expuseram-nos em encostas nevadas. E continuaram a andar.
Sobe a Maré Negra por Margaret Drabble(páginas (página 57 e 64)

escolhas

30 Mai
30.05.2018

Não escolhi nascer, mas tenho o direito de escolher morrer com dignidade.

o que fazer depois de morrer?

26 Ago
26.08.2017

“O que fazer depois de morrer?” foi a pergunta soluçada por um jovem na esplanada do Café da Praça. Gostava de o ter sossegado dizendo que que já existem provas de que o Facebook funciona depois da nossa morte – imortalidade virtual.

pensamentos de sanita versão 1.0.a

11 Jan
11.01.2012

# Será que um picheleiro pode ofender uma mulher dizendo “és uma porca solta!”
# Será que um carpinteiro pode ofender uma mulher dizendo “és uma lasca no dedo!”
# Será que um serralheiro pode ofender uma mulher dizendo “és uma limalha no olho!”

# E o mesmo informático que pode morrer afogado na praia gritando F1, F1 como pedido de ajuda, pode dar-se ao luxo de solicitar favores sexuais com a frase “gostava que acedesses ao meu disco duro.”

11 Mai
11.05.2011 (…) que direito temos nós de tomar decisões em nome do mundo? Que o mundo faça a sua opção entre a vida e a morte. Por que há-de a responsabilidade ser nossa?
— Somos obrigados a isso? (…) — Precisamos de tomar sobre nós a responsabilidade a quem o homem médio quer eximir-se.
— Então que ele deixe de se furtar à responsabilidade. Que ele deixe de lançar sobre os outros o seu dever e a sua culpa. Havemos de ser sempre os bodes expiatórios do mundo?
— Diabos o levem! (…) Eles não possuem um mínimo de conhecimentos indispensáveis para o seu próprio bem.
— Então que aprendam ou morram. Estamos todos no mesmo barco. Vivamos ou morramos juntos.
Estrelas o Meu Destino por Alfred Bester

filmes tristes

21 Mar
21.03.2008

Pergunto-me porque é que não me mato? Pergunto-me porque é que me pergunto, depois digo para comigo que não devo pensar assim e acendo um cigarro.

Filmes Tristes por Mark Lindquist (página 7)

Tento concentrar-me no mar. O maior corpo de água do mundo inteiro. De repente, decido não acreditar na evolução. Não consigo tomar uma decisão quando se trata de encomendar alguma coisa no sushi bar, mas no que respeita às Grandes Questões sou rápido.
Pergunto-me em que é que acredito.

Filmes Tristes por Mark Lindquist (página 8)

Mark Lindquist, Filmes Tristes // título original: Sad Movies // tradução: Tomaz Vaz da Silva // editor: Círculo de Leitores, 1990 // isbn: 972-42-0094-9

no café

16 Nov
16.11.2007

Mais conversa de café.
— O meu pai foi um grande filho-da-mãe. Um grande sacana. Valha-nos que a morrer não deu trabalho. Foi em três dias, contou f. com incontida satisfação

doeu?

18 Jul
18.07.2007

Na segunda-feira o meu filhote convidou um amigo igualmente fã de wrestling para jantar. Tendo em conta a regra de ouro em que ninguém pode jogar xbox logo após o jantar, fomos, mesmo assim, condescendes e deixamos a televisão ligada na Sic Radical. O z. explicou-me que apesar de a maioria dos combates serem a fingir há alguns que não o são.
— Sabe pai do Luís… há combates em que eles tomam medicamentos para não terem dor e esses combates são a sério.
— Se se atirarem de um prédio abaixo nem morrem… — continuava z. com a sua explicação.
Depois parou por uns momentos a pensar na última frase e emendou-se:
— Bem… morrer morrem, mas não sentem dor…

tenho

10 Nov
10.11.2006

tenho medo de morrer e
detesto viver

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beam me up, scotty!