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malfurion and tyrande

Mister Paxo enviou isto via e-email.

“Malfurion and I have one rule that defines our relationship: NO SHAPESHIFTING! I am NOT into that!”


suponho que com 10 000 anos de relação, ele tenha tentado pelo menos uma vez 🙂 – o seu comentário


Ele não apenas tentou como conseguiu – pois claro. E isto leva-me à chain quest, Heart of the Nightmare, que é das mais lamechas de Legion.

Malfurion! Where are you my love?por favor!

o desafio

Não sei se fui desafiado ou se me desafiei eu mesmo, mas em conversa com Mister Paxo assumi que iria subir, na próxima expansão, agora até 60, um hunter de cada raça (horde e alliance e female/male (update 16.10.2020), exceptuando as raças que já tenho a nível máximo ou quase lá. Na raça Pandaren irei apenas criar um Female e um Male na Horde, por isso – mehh! (update 17.10.2020) Alguns dos nomes de chars da alliance são do universo Discworld de Terry Pratchett [X].

Assim coloco aqui a lista da Horde:

♀ ♀ ♀ ♀ Female
  1. Secrétaire (Troll)
  2. Hyperbole (Blood Elf)
  3. Zapping (Nightborne)
  4. Chlorophylle (Zandalari Troll)
  5. Apophasis (Orc)
  6. Hystérique (Undead)
  7. Raplapla (Tauren)
  8. Monnaie (Goblin)
  9. Pâté (Pandaren)
  10. Bonneterre (Hightmountain Tauren)
  11. Pochette (Mag’har Orc)
  12. Croquis (Vulpera)
♂ ♂ ♂ ♂ Male
  1. Chassis (Troll)
  2. Hypertext (Blood Elf)
  3. Couvert (Nightborne)
  4. Soufflé (Zandalari Troll)
  5. ➽ ➽ ➽ já tenho o Thorgal (Orc)
  6. Zombillénium (Undead)
  7. Président (Tauren)
  8. Capitaliste (Goblin)
  9. Microsecond (Pandaren)
  10. Malaterre (Hightmountain Tauren)
  11. Kaledine (Mag’har Orc)
  12. ➽ ➽ ➽ já tenho o Vulpiano (Vulpera)

Assim coloco aqui a lista da Alliance:

♀ ♀ ♀ ♀ Female
  1. Vinaigrette (Human)
  2. (Dwarf)
  3. (Dark Iron Dwarf)
  4. Humuculum (Gnome)
  5. Pedestriana (Night Elf) [X]
  6. Wazzer (Draenei) [X]
  7. Humpeding (Void Elf) [X]
  8. (Worgen)
  9. (Lightforge Draenei)
  10. (Kul Tiras)
  11. (Mechagnome)
♂ ♂ ♂ ♂ Male
  1. Magnésium (Human)
  2. Additive (Dwarf) [X]
  3. ➽ ➽ ➽ já tenho o Silentium (Dark Iron Dwarf)
  4. Expletius (Gnome) [X]
  5. (Night Elf)
  6. (Draenei)
  7. (Void Elf)
  8. Reforgule (Worgen) [X]
  9. Kompt (Lightforge Draenei) [X]
  10. Lavaelous (Kul Tiras) [X]
  11. ➽ ➽ ➽ já tenho o Metallum (Mechagnome)

Assim que os necos chegarem a nível máximo será colocado, não apenas, a indicação ✔, mas igualmente um print comprovativo. (update 16.10.2020)

um daqueles dias

Ontem foi um daqueles dias surpreendentes e no melhor bom sentido. O meu amigo de aventuras Paxo ofereceu-me uma série de mounts com as quais atingi o achievement No Stable Big Enough e a recebi a mount Frostshard Infernal.

Ele sabe, perfeitamente, que fiquei mais do que deliciado pelas mounts, mas ainda muito mais pelo gesto de amizade – reconfortante!

  1. Xiwyllag ATV (It was said that this invention was modeled after the likeness of a very wealthy goblin. Although others don’t really see the resemblance.)
  2. Thundering Ruby Cloud Serpent (From their infancy, Thundering Cloud Serpents are drawn to storms. They have been known to chase lightning through the blackened, roiling clouds, and to bathe in the pouring rain.)
  3. Steelbound Devourer (Only the sturdiest-forged chains can restrain this beast.)
  4. Sapphire Panther (Legends say that an ancient pandaren emperor crafted the first jeweled panther for his son after the boy’s twin brother died of an illness.)
  5. Sunstone Panther (Legends say that an ancient pandaren emperor crafted the first jeweled panther for his son after the boy’s twin brother died of an illness.)
  6. Leaping Veinseeker (Bug spray and a hat with netting aren’t going to do much in the swamps of Nazmir, bring a club.)
  7. Depleted-Kyparium Rocket (When Kyparite is depleted of its amber essence it becomes fairly resistant to the corrosion from rocket fuel.)
frostshard infernal

the subjugate by amanda bridgeman

Leitura, na escala de classificação cinematográfica de Paxo, catita. Este livro da australiana Amanda Bridgeman coloca, sem dificuldade, KO a última trilogia de John Scalzi (que é uma coisa fraca, pior de que filmes de Série B).

Apesar de o enredo estar longe de ser original, mas o que é actualmente original? este “The Subjugate” tem uma história que envolve e que agrada e diverte sem pretensões de qualquer espécie.

Não The Wire, nem Blade Runner – vale por si.

fertilizer duty

Fertilizer Duty outra quest de merda – literalmente.

Este tipo de quests têm sido recorrentes nas diversas expansões do WOW. A primeira que me recordo é da expansão The Burning Crusade:

1. Elementalist Lo’ap e os Digested Caracoli em Nagrand.

digested caracoli / nagrand

2. Iggy “Tailspin” Cogtoggle pede que se encontre um microfilm na caca dos lobos em Scalding Pools depois de estes comerem uma carne especial – expansão: Wrath of the Lich King.

3. Em Cataclysm existe uma chain quest na qual disfarçado com o Blackrock Disguise de se dá ao General Thorg’izog um laxativo disfarçado numa caixa de Slider Cider-Marinated Cutlets. O resultado é o que se vê: “something is very wrong with my stomach. I think it’s something I ate.” Mas aqui não mexemos em caca como nas quests anteriores.

Já na quest Going, Going, Guano! a merda! é um pouco diferente.

update: 2020.10.10

4. Em Legion e graças ao contributo de Mister Paxo temos a quest “The Key Is Around Here Somewhere…”. Aqui estão os ‘shots.

aventura culinária

Convidar alguém para jantar e ser obrigado a fazê-lo como desafio às minhas capacidades culinárias não estava dentro do meu arrojado plano; descascar batatas durante 45 minutos, muito menos. Penso, contudo, que o resultado final foi positivo.
Claro que aguardei os 30 minutos de praxe e ninguém foi vitima de intoxicação alimentar.

A deslocação já menos massiva de Sir Paxo, o que abala infelizmente a perspectiva volumétrica da minha filha sobre o que é na verdade alguém ser… forte/gordo, permitiu-me usufruir de uma boa companhia; sem negar as suas qualidades de bom falador e bom ouvinte, estou, muito naturalmente a referir-me à boa companhia de uma cerveja com que ele presenteou a mesa.

A recordar o 3D penso no primeiro filme que vi no cinema, Beowulf, e no último, Avatar, e a diferença é BRUTAL. Eu até ia novamente…

Outra satisfação que tive no jantar, que serviu também este propósito, foi dar mais um livro a quem não gosta de ler.

o jantar 2.0

O livro de banda-desenhada “As Muralhas de Samaris” foi comprado num pacote juntamente com “O Arquivista” e “A Fronteira Invisível”, vol. I. Como já tinha a edição em francês de “Les murailles de Samaris” assinada pelos autores lembrei-me de o oferecer como bónus 2 em 1 ao sir p.. Acho que sir p. ficou contente com as prendas que recebeu da minha modesta pessoa quando ele sabe que detesto dar livros que não tenho e gostava de ter. Contudo por muito que me custe não me sinto confortável a oferecer uma obra que já tenho. A aventura de procurar o tal livro é muitas das vezes compensatória e faz-me, quase, esquecer o quanto detesto oferecer livros.

“As Muralhas de Samaris” é a primeira obra da saga “As Cidades Obscuras” criação máxima de François Schuiten (desenho) e de Benoît Peeters (escrita).

Série Oficial

  1. Les Murailles de Samaris (1983) – As Muralhas de Samaris [1]
  2. La Fièvre d’Urbicande (1985) – A Febre de Urbicanda, pela Edições 70 [2]
  3. La Tour (1987) – A Torre [3]
  4. La route d’Armilia (1988) – [1]
  5. Brüsel (1992) – Brusel [4]
  6. L’enfant Penchée (1996) – A Menina Inclinada
  7. L’Ombre d’un Homme (1999) – A Sombra de um Homem [2]
  8. La Frontière Invisible, vol. 1 (2002) – A Fronteira Invisível, vol. 1, pela Witloof[2]
  9. La Frontière Invisible, vol. 2 (2004)
  10. La Théorie du grain de sable, vol. 1 (2007)
  11. La Théorie du grain de sable, vol. 2 (2007)

Outras Obras

  • L’archiviste (1987) – O Arquivista, pela Meribérica [5]

Mas voltando ao meu rascunho inicial. No tal jantar falou-se de muitas coisas e uma delas foi o esquecimento regular, digamos que compreensível, de sir p. em dar-me os parabéns quando a passagem do tempo permite que eu a comemore anualmente; e apesar de ficar geralmente aborrecido, outras vezes fodido, mas só foram duas vezes, perdoo por amizade, como Wilson, as diabruras de um fraco candidato a House.

Mas voltando, novamente ao ano em que deveria fazer e devo dizer que fiz os meus 33 anos de idade. Por cerca de, sei lá, 11 meses mencionei que estava morto desejoso de passar os 33 anos porque foi a idade com que JC morreu. E como sou um ateu e se estiver maldisposto um agnóstico eu seria a prova viva de que Ele não existe ou se existe não me liga puto. Nesse ano, 2001, sir p. deu-me os parabéns. E fazendo umas contas assim para o “a correr” já privamos, umas vezes assim outras vezes menos assim, à cerca de 11 anos.

Ainda não é um bom vintage, mas talvez venha a ser.


[1] tenho as edições em francês assinadas pelos autores
[2] edições em português
[3] tenho a edição em espanhol
[4] tenho esta obra, salvo erro, na coleção “Selecções BD”
[5] é a única obra que tenho fora da série d’ “As Cidades Obscuras”. As restantes obras podem ser consultadas na wikipedia.

a mão e o cigarro

Na sexta-feira passada a caminho do meu local de trabalho a minha mulher reparou que a viatura que impudicamente seguia à nossa frente era conduzida pelo Sir Paxo…

buzinou-se para um salutar cumprimento social de 2 segundos

mas, o mais engraçado é que eu apenas reparei que a pessoa que conduzia essa tal viatura tinha um deselegante cotovelo pousado na janela e que tinha estendido o antebraço para expelir cinzas de um cigarro preso nos dedos da mão esquerda

e penso que talvez, um pouco só, dou demasiada atenção ao pormenores e não ao quadro global da paisagem e por isso, talvez, talvez um pouco apenas, raramente vejo rostos quando me passeio pela rua

e na situação presente eu nunca repararia no Master Paxo – não porque ele seja um pormenor, uma mancha na paisagem, convenhamos que em qualquer quadro sir p. seria tudo menos uma mancha, talvez um borrão e digo-o sem qualquer paternalismo ou sem qualquer insulto subliminar -, mas porque me fixei no movimento mecânico do cotovelo, do punho e das cinzas a despegarem-se do cigarro para levadas pelo movimento da viatura branca de Sir Paxo virem na minha direcção

imagino que terei de deixar de ligar aos pormenores.

o jantar 1.0

Uma quarta-feira fui jantar e beber umas cervejas com Master Paxo.
Falou-se muito e de muito.

A dada altura mencionou(ei), a propósito do que não sei, da frase “o que não nos mata, torna-nos mais fortes”. E, assim, de rajada pedi-lhe uma tradução e afirmei que já tinha ouvido isso no primeiro Highlander.

Mas foi um inocente engano

A frase que Kurgan grita na igreja é:

It’s better to burn out than to fade away.

directamente do Highlander.

Longe da frase referida na nossa conversa.

O motivo porque escrevo este post é ter descoberto por acaso, ao ler “A Morte de Um Apicultor” (pág. 37), o autor da frase original:

Aquilo que não me destrói torna-me mais forte.

A Morte de Um Apicultor

Apesar de ter lido, em pesquisa, “Aquilo que não me mata, só me fortalece” e outras semelhantes, mas sendo a frase original “Was mich nicht umbringt, macht mich stärker” inserida na obra “O Crepúsculo dos Ídolos” de Friedrich Nietzsche a tradução correcta deverá ser “O que não me mata torna-me mais forte.” E porquê? Porque assim diz o Google Translate.

Engraçado estas coisas da memória.

parabéns a ti…

Rhineheart: You have a problem with authority, Mr. Anderson. You believe you are special, that somehow the rules do not apply to you. Obviously, you are mistaken.

from Matrix

Ontem o meu Nokia N80 avisou-me que certa pessoa fazia(faz) anos hoje. Pensei? durante 2 minutos e realizei a chamada de um número não gravado no(s) telefone(s) do aniversariante e milagre dos milagres a chamada foi atendida. Aquela ideia, exageradamente obtusa, do “eu não atender chamadas de números desconhecidos” não foi respeitada. Eu pessoalmente gosto dessa regra. Evita chatices.

Mas, e voltando ao que interessa, ele lá levou nas orelhas com um verdadeiro e sentido “parabéns” e devo julgar que o meu telefonema foi(é) o desflorador de outros por este dia fora.