Tag Archive for: pintura

a parábola dos cegos

05 Jun
05.06.2019

A Parábola dos Cegos é uma pintura do artista do Renascimento flamengo Pieter Bruegel, o Velho, concuída em 1568. Executada usando a técnica de tinta plástica sobre tela de linho, ela mede 86 cm × 154 cm. Atualmente, a tela faz parte do acervo do Museu de Capodimonte, em Nápoles, Itália.
A obra retrata a parábola contada por Jesus Cristo, na qual o cego guia outro cego. A passagem bíblica aparece em Mateus 15:14, quando Jesus dirige uma crítica aos fariseus: “Deixai-os. São cegos e guias de cegos. Ora, se um cego conduz a outro, tombarão ambos na mesma vala.” A narrativa é comumente interpretada como uma metáfora para descrever uma situação em que uma pessoa sem conhecimento é aconselhada por outra pessoa que também não tem conhecimento algum sobre determinado assunto.

Wikipédia


paul gauguin

28 Mai
28.05.2019

D’où Venons Nous
Que Sommes Nous
Où Allons Nous

É o nome de uma pintura de Paul Gauguin pintada em 1897 e que serve de ponto de partida para o primeiro capítulo, Onde? O Quê? Onde? do livro Areias Brancas de Geoff Dyer publicada pela Quetzal.

No centro do quadro, uma figura andrógina estende o braço para colher a fruta de uma árvore, embora a simbologia disto seja difícil de explicar, e há muitos outros símbolos. Gauguin era um simbolista, o que significa que a sua arte está cheia cheia de símbolos.

página 22

Areias Brancas por Geoff Dyer, Quetzal Editores, 07.2018, colecção Serpente Emplumada

it by magda proski

26 Abr
26.04.2019


My full name is Magdalena Proszowska (Magda Proski). I was born in Tarnów, Poland. Currently leaving and working in Blue Byte, Ubisoft company in Dusseldorf, Germany with amazing team who’s like family to me. Art is my career and my hobby. I spend every possible moment cultivating it.

retrato do carteiro joseph roulin por vincent van gogh

17 Abr
17.04.2019

No livro “A Morte do Comendador” o autor fala de pintura e de música, não fosse Haruki Murakami um melómano assumido. A páginas tantas fala-se do Retrato do Carteiro Joseph Roulin pintado por Vincent van Gogh e aqui está ele.

nihonga

28 Mar
28.03.2019
folhas caídas por hishida shunsō (1909)

Estou a ler o primeiro volume d’ “A Morte do Comendador” de Haruki Murakami no qual se fala da pintura japonesa nihonga, daí que tenha surgido a curiosidade de saber o que é.

frutas por kobayashi kokei (1910)

Nihonga são pinturas que foram feitas em conformidade com as convenções artísticas, técnicas e materiais tradicionais japoneses. Apesar de baseado em tradições de mais de mil anos de idade, o termo foi cunhado no período Meiji do Japão Imperial, para distinguir tais obras das pinturas de estilo ocidental, ou Yōga.
Nihonga normalmente é executado em washi (papel Japonês) ou eginu (seda), com o uso de pincéis. As pinturas podem ser monocromáticas ou policromáticas. Se monocromático, normalmente sumi (tinta chinesa) feita a partir de fuligem misturada com  cola de espinha de peixe ou de couro do animal é usada. Se policrômica, os pigmentos são derivados a partir de ingredientes naturais: minerais, conchas, corais, e até mesmo pedras semi-preciosascomo a malaquita, a azurite e o cinábrio. As matérias-primas são trituradas em pó de 16 gradações,de textura fina para granulosa. Uma cola solução, chamada nikawa, é usada como um ligante para estes pigmentos em pó. Em ambos os casos, água é usada; daí nihonga é, na verdade, um meio à base de água . Gofun ( pó de carbonato de cálcio que é feita a partir de conchas curadas de ostras, amêijoas ou vieira) é um importante material utilizado na nihonga. Diferentes tipos de gofun são utilizados como base para pintura, e como uma camada de tinta superior branca e fina.
Inicialmente, nihonga foram produzidos para pergaminhos suspensos (kakemono), pergaminhos de mão (emakimono), portas de correr (fusuma) ou biombos (byōbu). No entanto, a maioria agora é produzida em papel esticados em painéis de madeira, adequado para o enquadramento.  Pinturas Nihonga não precisam ser colocados sob vidro.

Wikipédia

por hiroshi senju (2006)

sermão da montanha

28 Fev
28.02.2019
the sermon on the mount, carl bloch, 1890

O título do livro “Felizes os Felizes” por Yasmina Reza é inspirado no Sermão da Montanha do Evangelho segundo São Mateus.

Sermão que se pode resumir a isto, de acordo com o Catecismo da Igreja Católica:

Bem-aventurados os pobres por espírito, porque deles é o [‘Reino de Deus’][‘Reino dos Céus’]! Bem-aventurados os que choram, porque serão consolados! Bem-aventurados os mansos, porque possuirão a terra! Bem-aventurados os que têm fome e sede de justiça, porque serão saciados! Bem-aventurados os misericordiosos, porque alcançarão misericórdia! Bem-aventurados os puros de coração, porque verão Deus! Bem-aventurados os Defensores da Paz, porque serão chamados filhos de Deus! Bem-aventurados os que são perseguidos por causa da justiça, porque deles é o Reino dos Céus! Bem-aventurados sereis quando vos caluniarem, quando vos perseguirem e disserem falsamente todo o mal contra vós por causa de Mim. Alegrai-vos e exultai, porque será grande a vossa recompensa nos céus, pois assim perseguiram os profetas que vieram antes de vós.

Wikipédia

Já li os dois primeiros capítulos do livro “Felizes os felizes” e promete uma leitura “linda“.

ceci n’est pas une pipe

08 Mai
08.05.2018

René Magritte (1898-1967)

Perante esta pintura que suscita tantas questões, Magritte justifica-se:

La fameuse pipe, me l’a-t-on assez reprochée! Et pourtant, pouvez-vous la bourrer ma pipe? Non, n’est-ce pas, elle n’est qu’une représentation. Donc si j’avais écrit sous mon tableau «ceci est une pipe», j’aurais menti!

el hurgador [arte en la red]

01 Out
01.10.2017

Blog dedicado a difundir imágenes e información sobre arte, artistas, eventos y material en general relacionado con cuestiones artísticas.

directamente do blog

Excelente blog. Já o visito desde 2014.

o francoatirador paciente de arturo pérez-reverte

24 Jul
24.07.2017

Sniper é uma lenda viva no mundo da arte de rua. Subversivo e omnipresente na tela urbana, ninguém conhece a sua identidade, poucos terão visto o seu rosto, não há relatos do seu paradeiro. Quem é o verdadeiro Sniper por detrás deste enigma que o mistifica? É um heroico cruzamento de Salman Rushdie e Banksy, um justiceiro solitário? Ou um terrorista urbano, um egomaníaco cujas ações já se revelaram fatais?
Alejandra Varela, especialista em arte, decide seguir os passos deste homem sem lei. Uma mira telescópica de francoatirador assina todos os trabalhos de Sniper, e é essa mira que leva Alejandra a infiltrar-se no submundo de Madrid e Lisboa, Verona e Nápoles. Cidades que são os campos de batalha prediletos deste caçador solitário. Mas, a coberto das sombras, uma outra pessoa aguarda para descobrir o paradeiro de Sniper, embora as suas motivações sejam bem diferentes…
Segue-se um formidável duelo de inteligências, um jogo de perseguição entre caçador e presa cujo final é, no mínimo, surpreendente.

Edições Asa

Livro lido neste fim-de-semana – ufa!

Gostei. Sim gostei.

le fils de l’homme – rose

09 Abr
09.04.2017

Outra versão da pintura “Le Fils de l’homme” (1964) de René Magritte – uma das pinturas modernas que mais admiro.
“L’Homme au chapeau melon” (1964) é mais uma pintura que esconde a face de um homem com uma pomba branca que voa da esquerda para a direita. Outra pintura de René Magritte que esconde a cara não de um homem, mas de uma mulher é a “La Grande guerre” (1964).

Ceci n’est pas une pipe, outra pintura de René Magritte, é um clássico do surrealismo.

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