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sons of man, scat

Outra antiga, recuperada, versão de uma manipulação da pintura Sons of Man.

as tentações de santo antão

As Tentações de Santo Antão é um tríptico do pintor holandês Hieronymus Bosch que terá sido pintado entre 1495 e 1500. Está em exposição em Lisboa no Museu Nacional de Arte Antiga, a partir do antigo palácio real das Necessidades.

Wikipédia

Esta pintura serviu e bem de inspiração à capa do livro Ficções de Jorge Luis Borges editado pela Quetzal.

05. referências culturais em sr. mercedes

Continuam os meus registos em tom obsessivo das referências descobertas por mim no livro Sr. Mercedes de Stephen King. Deixei passar outras porque não tinha o telemóvel à mão para tirar foto da página.

Está numa cadeira de rodas, inclinada numa postura que lembra a Hodges O Pensador de Rodin

página 183

o pensador

O Pensador (Le Penseur) é uma das mais famosas esculturas de bronze do escultor francês Auguste Rodin.

— Como o Dexter Morgan naquela série de televisão.
Hodges sabe de que série ela está a falar e abana enfaticamente a cabeça. Mas não só porque a série é pura fantasia.

página 200

Dexter Morgan é o anti-herói da série de livros de Jeff Lindsay. Em 2006, o primeiro livro foi adaptado na série televisiva “Dexter”.

(…) aos olhos de Brady, aquilo faz lembrar o gigantesco óvni no final de Encontros Imediatos do Terceiro Grau.

página 281

Close Encounters of the Third Kind (Encontros Imediatos de Terceiro Grau) é um filme americano de 1977 escrito e dirigido por Steven Spielberg, 

Não sabe ao certo quem foi Manet (…), mas os quadros dele são fantásticos. (…) Uma delas mostra um toureiro morto. (…) O toureiro não está ferido nem nada desse género, mas o rasto de sangue oriundo do ombro esquerdo parece mais real do que o sangue de todos os filmes violentos que Brady já assistiu, e ele já viu a sua dose.

página 284

Édouard Manet (1832 — 1883) foi um pintor francês e uma das figuras mais importantes da arte do século XIX, considerado como um dos mais importantes representantes do impressionismo francês, embora muitas de suas obras possuam fortes características do realismo.

O Homem Morto (L’Homme mort; originalmente intitulada O Toreador Morto ou Le Torero mort) é uma pintura a óleo sobre tela da década de 1860 realizada por Édouard Manet, produzida durante o período em que Manet estava fortemente influenciado por temas hispânicos.

o homem morto

Pois sim, pensa Hodges. Pois sim. Fecha os olhos e tomba no chão, fazendo lembrar Humpty Dumpty a cair de cima do muro.

página 449

Humpty Dumpty é uma personagem de uma rima enigmática infantil, melhor conhecida pela versão de Mamãe Gansa na Inglaterra. Ela é retratado como um ovo antropomórfico, com rosto, braços e pernas. Esta personagem aparece em muitas obras literárias, como Alice Através do Espelho de Lewis Carroll.

Humpty Dumpty sat on a wall,
Humpty Dumpty had a great fall.
All the king’s horses and all the king’s men
Couldn’t put Humpty together again

as artes

Se todos sabem o que é a sétima arte, quais são as outras?

  • 1ª Arte — Música
  • 2ª Arte — Artes Performativas
  • 3ª Arte — Pintura
  • 4ª Arte — Escultura
  • 5ª Arte — Arquitectura
  • 6ª Arte — Literatura
  • 7ª Arte — Cinema 
  • 8ª Arte — Fotografia
  • 9ª Arte — Banda Desenhada
  • 10ª Arte — Jogos de Computador
  • 11ª Arte — Arte digital 

goethe no campagna romano

Esta pintura é considerada a mais famosa de Johann Heinrich Wilhelm Tischbein e nela é representada Goethe aquando da sua viagem a Itália.

A referência que consta no livro Viagem a Itália

A sua ideia é representar-me em tamanho natural em traje viajante, envolto num capote branco, sentado ao ar livre num obelisco caído, olhando para as ruínas da Campagna di Roma ao fundo.

página 210

a família de dario diante de alexandre

Este quadro de Paolo Veronese, actualmente na The National Gallery foi visto por Goethe na sua Viagem a Itália. Na altura da sua visita a pintura estava localizada em Veneza no palácio Pisani Moretta.

(…) aqui se mostra a sua grande arte, que não possui uma marca geral que se comunique a toda a pintura, mas gere uma magnífica harmonia, pela engenhosa distribuição e luz e cor e pela alternância igualmente inteligente na aplicação da cor local;
(…)
A gradação na sequência da mãe até às filhas, passando pela esposa, é muito autêntica e conseguida; a princesa mais nova, ajoelhada no fim da fila, é uma mocinha muito bonita, com uma expressão ajuizada, mas ao mesmo tempo muito senhora do seu nariz e obstinada.

página 131

A certa altura entra uma jovem, uma visitante. Desconhecendo o protesto, pensa estar diante de uma exposição, talvez até de uma proposta para uma nova escola pictórica. Detém-se perante todos os quadros, isto é, perante todos os panos pretos, afaste-se e aproxima-se para observar melhor, senta-se e toma diligentemente notas; esta nova pintura parece agradar-lhe e convencê-la.
Instantâneos de Claudio Magris (págs. 23/24)

Neste instantâneo intitulado de “Na galeria de Castelli” Claudio Magris acha piada ao engano(?) da visitante. Não vejo qualquer motivo para tal, porque nos dias que correm tanto é arte uma banana presa com fita adesiva, como panos pretos de diferentes tamanhos pendurados numa galeria de arte, ou até uma sanita parcialmente partida. Desde que um monte de areia decorada com uma pedra esteja dentro de uma galeria de arte é… arte. É a arte moderna no seu brilhante esplendor. A estupidez suprema.

by quint buchholz

Quint Buchholz was born in Stolberg near Aachen in 1957 and grew up in Stuttgart. He studied history of art for four terms, followed by painting and graphic design at the Munich Academy of Art under Prof. Gerd Winner.
He has worked as a painter and illustrator since 1979, illustrating over fourty books for German and international publishers. From 1982 onwards his works have also been exhibited in over seventy solo exhibitions in Germany, Switzerland, France, Italy, Spain, Greece and Taiwan.
In recent years he has also worked as a stage painter, creating sets for The Golem in 2005 and Caligula in 2007, both of which were staged by Jochen Schölch for the Metropoltheater in Munich.
In 2008, 2009, 2012 and 2017 Quint Buchholz ran the Illustration workshop at the Kunst leben (Live Art) summer school in Kloster Irsee. In addition to that he occasionally runs courses at the Bad Reichenhall Art Academy and at the Academy of Fine Arts in Kolbermoor.
At the end of 2008 a theatrical interpertation of The Collector of Moments opened at the Theâtre de Cornouaille in Quimper, Brittany, directed by Jacques Nichet and with Jacques Echantillon in the lead role. The production then went on tour to nine other French cities.
A German production of Der Sammler der Augenblicke (The Collector of Moments) opened in March 2011 at the Munich Metropoltheater, directed by Jochen Schölch. After fourteen sold out performances it returned to the theatre in November 2011. Since December 2013 it has been a regular part of the Munich Metropol Theater’s program.  
Quint Buchholz is married, he is the father of three children and lives in Munich, Germany.

lighthouse possiblity
book nights

a parábola dos cegos

A Parábola dos Cegos é uma pintura do artista do Renascimento flamengo Pieter Bruegel, o Velho, concuída em 1568. Executada usando a técnica de tinta plástica sobre tela de linho, ela mede 86 cm × 154 cm. Atualmente, a tela faz parte do acervo do Museu de Capodimonte, em Nápoles, Itália.
A obra retrata a parábola contada por Jesus Cristo, na qual o cego guia outro cego. A passagem bíblica aparece em Mateus 15:14, quando Jesus dirige uma crítica aos fariseus: “Deixai-os. São cegos e guias de cegos. Ora, se um cego conduz a outro, tombarão ambos na mesma vala.” A narrativa é comumente interpretada como uma metáfora para descrever uma situação em que uma pessoa sem conhecimento é aconselhada por outra pessoa que também não tem conhecimento algum sobre determinado assunto.

Wikipédia


paul gauguin

D’où Venons Nous
Que Sommes Nous
Où Allons Nous

É o nome de uma pintura de Paul Gauguin pintada em 1897 e que serve de ponto de partida para o primeiro capítulo, Onde? O Quê? Onde? do livro Areias Brancas de Geoff Dyer publicada pela Quetzal.

No centro do quadro, uma figura andrógina estende o braço para colher a fruta de uma árvore, embora a simbologia disto seja difícil de explicar, e há muitos outros símbolos. Gauguin era um simbolista, o que significa que a sua arte está cheia cheia de símbolos.

página 22

Areias Brancas por Geoff Dyer, Quetzal Editores, 07.2018, colecção Serpente Emplumada