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o silêncio

30 Nov
30.11.2014

Um poema publicado no Barcelos Popular em 1988.

o silêncio

o silêncio

hino à gloriosa pátria e seus habitantes!

04 Jul
04.07.2013

Entre Outubro de 1986 e Outubro de 1987 escrevi este tresloucado texto. Saiu no Barcelos Popular n.º 259 de 22 de Outubro de 1987.
O texto não faz muito sentido; eu devia estar completamente pedrado.

hino à gloriosa pátria e seus habitantes!

Mas que sei eu passado que são estes anos todos.

a descobrir: os anos de ouro da pulp fiction portuguesa

20 Out
20.10.2011

Poucos o sabem, mas a literatura de pulp fiction, que marcou toda a cultura popular dos EUA na primeira metade do século XX, também esteve presente em Portugal, e em força.

Houve um tempo em que heróis mascarados corriam as ruas de Lisboa à cata de criminosos; em que navegadores quinhentistas descobriam cidades submersas e tecnologias avançadas; em que espiões nazis conduziam experiências secretas no Alentejo; em que detectives privados esmurrados pela vida se sacrificavam em prol de uma curvilínea dama; em que bárbaros sanguinários combatiam feitiçaria na companhia de amazonas seminuas; em que era preciso salvar os colonos das estações espaciais de nome português; em que seres das profundezas da Terra e do Tempo despertavam do torpor milenário ao largo de Cascais; em que Portugal sofria constantes ataques de inimigos externos ou ameaças cósmicas que prometiam destruí-lo em poucas páginas, antes de voltar tudo à normalidade aquando do último parágrafo.

directamente da Saída de Emergência

Está à venda a excelente antologia, “Os Anos de Ouro da Pulp Fiction Portuguesa”, organizada por Luís Filipe da Silva da editora Saída de Emergência.

Posso desde já dizer que o design é mais uma vez espectacular (nisto e aquelas outras coisas a editora come-os todos) e o conteúdo muito, mas muito sumarento.
O recheio é composto por:

  • O Segundo Sol por Ruy de Fialho
  • A Expedição dos Mortos por Joachim Hunot
  • A Ilha por João Henriques
  • Pena de Papagaio por A. M. P. Rodrigues
  • O Sentinela e o Mistério da Aldeia dos Pescadores por Orlando Moreira
  • Horror em Sangue por Cristo de Maxwell Gun
  • O Inconsciente por Tiago Rosa
  • A Noite do Sexo Fraco por Ludovico Bombarda
  • Pirata por um Dia por Sónia Louro
  • Valente por Fausto Boamorte
  • O Amaldiçoado por Ish-Tar de Artur de Carvalho
  • Noites Brancas por Ana Sofia Casaca
  • Mais do Mesmo! por João Barreiros

Ufa!

21 Out
21.10.2010 As principais religiões da Terra contradizem-se umas às outras, a torto e a direito. Não podem ter todas razões. E se todas estiverem enganadas? É uma possibilidade, como sabem. Devem importar-se com a verdade, certo? Bem, a maneira de joeirar, escolher entre todas as afirmações divergentes ser céptico.
Contacto por Carl Sagan

21 Out
21.10.2010 (…) Ele omnipotente, dizem, e omnisciente. Por consequência, no significaria nenhum esforço especial para ele recordar-nos directa e sem ambiguidades, dos seus desejos(…). Porque não o veremos com cristalina clareza(…). Porque haveria Deus de se manifestar de maneiras tão subtis e controversas quando pode revelar-nos a sua presença completamente despida de ambiguidades?
Contacto por Carl Sagan

21 Out
21.10.2010 (…) Penso que Jesus foi apenas um homem. Um grande homem, um homem corajoso, um homem com uma percepção das verdades impopulares. Não penso, pois, que tenha sido Deus, ou filho de Deus, ou o sobrinho neto de Deus.
Contacto por Carl Sagan

21 Out
21.10.2010 (…) Quando digo que sou agnóstico, só quero dizer que as provas não chegam. No há provas compelativas de que Deus existe (…) e não há provas compelativas de que não existe. Como mais de metade das pessoas da Terra não são judaicas, ou cristãs, ou muçulmanas, eu direi que não existem quaisquer argumentos compelativos para a vossa espécie de Deus. Caso contrário, toda a gente da Terra teria sido convertida (…) se o vosso Deus quisesse convencer-me, podia ter feito um trabalho muito melhor.
Contacto por Carl Sagan

se tu visses

04 Abr
04.04.2008

se tu visses o que eu vi
à porta do tribunal
as cuecas do juiz
embrulhadas num jornal

em anónimo

se tu visses o que eu vi
para os lados do barreiro
um polícia a levar no cu
e a dizer que era porreiro

em anónimo

ouvido por aí.

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