Tag Archive for: rené goscinny

o menino nicolau de rené goscinny e sempé

30 Ago
30.08.2019

Outra leitura divertida e por demais relaxante.

livros na palete – posição 012

29 Ago
29.08.2019

Dois livros de oferta:

livros na palete – posição 011

21 Ago
21.08.2019

Continuamos este mês com…

o menino nicolau e os amigos de rené goscinny e sempé

06 Ago
06.08.2019

Leitura mais que divertida e bué de relaxante.

O Menino Nicolau e os Amigos é o primeiro que li, mais a caminho quando tiver de ser.

livros na palete – posição 008

01 Ago
01.08.2019

Uma nova remessa de livros recebidos. De tudo um pouco. Mais livros de viagem e quatros autores para descobrir:

Um novo de José Eduardo Agualusa: A Rainha Ginga; e a sequela de The Shining, Doutor Sono.

Doutor Sono de 2013 ganhou o prémio Bram Stoker Award para o melhor romance. E tudo aponta que a 08.11.2019 será exibido um filme com o mesmo nome.

Uma encomenda de livros em inglês. Dois autores desconhecidos: Larry Niven e Paolo Bacigalupi.

  • The Windup Girl de Paolo Bacigalupi
  • Monday Starts on Saturday de Arkady & Boris Strugatsky
  • Ringworld de Larry Niven
  • Broken Angels de Richard Morgan

As últimas aquisições de Julho:

Uma edição limitada a comemorar os 10 anos do lançamento do livro A Catedral do Mar de Ildefonso Falcone; edição pela Suma de Letras.

E “O Menino Nicolau e os Amigos” de Goscinny e Sempé.

E a prenda de anos da minha mais-que-tudo.

O sexto volume da Saga Witcher de Andrzej Sapkowski.

erros e mais erros!!

16 Fev
16.02.2019

A sério um ainda não se aceita, mas dois enfim! Nem sei o que dizer.

O álbum número 18 tem desenho de Morris e argumento de Bob de Groot e não argumento de Goscinny como está indicado na lombada.

E esta colecção tem dois números 40 – fantástico!

Coisas malditas.

lucky luke e o fio que canta

11 Fev
11.02.2019

Outra releitura – divertida.

lucky luke, os álbuns

01 Jan
01.01.2019

A lista que se segue é a edição original em álbuns das histórias de Lucky Luke

  1. La Mine d’or de Dick Digger (1949)
  2. Rodéo (1950)
    1. Grand rodéo (1948)
    2. Lucky Luke à Desperado-City (1948)
    3. La Ruée vers l’or de Buffalo Creek (1949)
  3. Arizona (1951)
    1. Arizona 1880 (1946)
    2. Lucky Luke et son cheval Jolly Jumper (1947)
    3. Lucky Luke contre Cigarette Cæsar (1949)
  4. Sous le ciel de l’Ouest (1952)
    1. Le Retour de Joe la Gachette (1949)
    2. Jours de round-up (1950)
    3. Le Grand Combat (1950)
  5. Lucky Luke contre Pat Poker (1953)
    1. Nettoyage à Red-City (1951)
    2. Tumulte à Tumbleweed (1952)
  6. Hors-la-loi (1954)
    1. Hors-la-loi (1951)
    2. Le Retour des frères Dalton (1952)
  7. L’Elixir du docteur Doxey (1955)
    1. Lucky Luke et le Docteur Doxey (1952)
    2. Chasse à l’homme (1953)
  8. Lucky Luke et Phil Defer (1956)
    1. Lucky Luke et Phil Defer « le Faucheux » (1954)
    2. Lucky Luke et Pilule (1954)
  9. Des rails sur la prairie (1957) [X]
  10. Alerte aux Pieds-Bleus (1958)
  11. Lucky Luke contre Joss Jamon (1958)
  12. Les cousins Dalton (1958)
  13. Le juge (1959)
  14. Ruée sur l’Oklahoma (1960)
  15. L’évasion des Dalton (1960)
  16. En remontant le Mississipi (1961)
  17. Sur la piste des Dalton (1962)
  18. À l’ombre des derricks (1962) [X]
  19. Les rivaux de Painful Gulch (1962)
  20. Billy the Kid (1962)
  21. Les collines noires (1963)
  22. Les Dalton dans le blizzard (1963)
  23. Les Dalton courent toujours (1964)
    1. Les Dalton courent toujours
    2. Les Dalton sur le sentier de la guerre
  24. La caravane (1964)
  25. La ville fantôme (1965)
  26. Les Dalton se rachètent (1965)
  27. Le 20ème de cavalerie (1965)
  28. L’escorte (1966)
  29. Des barbelés sur la prairie (1967)
  30. Calamity Jane (1967)
  31. Tortillas pour les Dalton (1967)
  32. La diligence (1968)
  33. Le Pied-Tendre (1968) [X]
  34. Dalton city (1969)
  35. Jesse James (1969)
  36. Western Circus (1970)
  37. Canyon Apache (1971)
  38. Ma Dalton (1971)
  39. Chasseur de primes (1972)
  40. Le grand duc (1973)
  41. L’Héritage de Rantanplan (1973)
  42. 7 histoires complètes (1974)
    1. Le desperado à la dent de lait (1974)
    2. L’Hospitalité de l’Ouest (1974)
    3. Maverick (1974)
    4. L’Égal de Wyatt Earp (1974)
    5. Le Colporteur (1974)
    6. Passage dangereux (1974)
    7. Sonate en colt majeur (1974)
  43. Le cavalier blanc (1975)
  44. La guérison des Dalton (1975)
  45. L’empereur Smith (1976) [X]
  46. Le fil qui chante (1977) [X]
  47. Le magot des Dalton (1980) [X]
  48. Le bandit manchot (1981) [X]
  49. La corde du pendu et autres histoires (1982)
    1. La Corde du pendu (1979)
    2. Les Dalton prennent le train (1980)
    3. Le Justicier (1979)
    4. La Mine du chameau (1980)
    5. Règlement de comptes (1980)
    6. La Bonne parole (1982)
    7. Li-Chi’s story (1981)
  50. Sarah Bernhardt (1982)
  51. Daisy Town (1983)
  52. Fingers (1983)
  53. Le Daily Star (1984)
  54. La fiancée de Lucky Luke (1985) [X]
  55. La ballade des Dalton et autres histoires (1986)
    1. La Ballade des Dalton (1978)
    2. Un amour de Jolly Jumper (1978)
    3. Grabuge à Pancake Valley (1955)
    4. L’École des shérifs (1978)
  56. Le ranch maudit (1986)
    1. Le Ranch maudit (1986)  
    2. La bonne aventure (1986)
    3. La statue (1986)
    4. Le flume (1986)
  57. Nitroglycérine (1987)
  58. L’alibi (1987)
    1. L’Alibi (1987)
    2. Athletic City (1987)
    3. Olé Daltonitos (1987)
    4. Un cheval disparaît (1987)
  59. Le Pony Express (1988)
  60. L’amnésie des Dalton (1991)
  61. Chasse aux fantômes (1992)
  62. Les Dalton à la noce (1993)
  63. Le pont sur le Mississipi (1994)
  64. Belle Starr (1995)
  65. Le Klondike (1996)
  66. O.K. Corral (1997)
  67. Marcel Dalton (1998)
  68. Le prophète (2000)
  69. L’artiste peintre (2001) [X]
  70. La légende de l’Ouest (2002)

Com o falecimento de Morris (Maurice de Bevere) a 16.07.2001 terminam os lançamentos dos álbuns de Morris e passa a ser editada em 2004 uma nova colecção com a identificação “As Aventuras de Lucky Luke Segundo Morris”. A edição portuguesa pela ASA segue a mesma numeração da edição original. Até ao presente todos foram desenhos por Achdé.


  1. La Belle Province (2004)[X]
  2. La Corde au cou (2006) [X]
  3. L’Homme de Washington (2008)
  4. Lucky Luke contre Pinkerton (2010) [X]
  5. Cavalier seul (2012) [X]
  6. Les Tontons Dalton (2014)
  7. La Terre promise (2016) [X]
  8. Un cow-boy à Paris (2018) 

Séries relacionadas:

  • A primeira é Rantanplan – o cão mais estúpido do oeste
  • A segunda é Kid Lucky – uma versão infantil do Lucky Luke que teve o seu lançamento no ano em a personagem fez 50 anos.

Edição pela ASA – As Aventuras de Lucky Luke – A indicação [X] à frente do nome do álbum em francês significa que esse álbum foi editado pela ASA.

13 – O Imperador Smith de Morris e Goscinny (1976)
14 – O Fio que Canta de Morris e Goscinny (1977)
16 – O Tesouro dos Dalton de Morris e Vicq (1980)
18 – O Bandido Maneta de Morris e Bob de Groot (1981)
24 – A Noiva de Lucky Luke de Morris e Guy Vidal (1985)
40 – O Tenrinho de Morris e Goscinny (1968)
40 – O Artista Plástico de Morris e Bob de Groot (2001)
50 – Carris na Pradaria de Morris e Goscinny (1957)
59 – À Sombra dos Derricks de Morris e Goscinny (1962)


Edição pela ASA – As Aventuras de Lucky Luke Segundo Morris

  1. Lucky Luke no Quebeque
  2. O Nó ou a Forca
  3. Lucky Luke contra Pinkerton – edição que conta com uma capa exclusiva desenhada por Achdé, de propósito para o mercado português.
  4. Todos por Conta Própria
  5. A Terra Prometida – argumento por Jul

lucky luke – re(leituras)

30 Dez
30.12.2018

A re(ler) as histórias desta espantosa personagem.

eu babo-me e tu?

04 Out
04.10.2009

Ao reler Incal pensei no que me leva a gostar de tal forma de uma história que serve não apenas de referência para todas as outras que vou lendo, mas, também, como ponta de lança numa conversa quando falo, completamente babado, sobre a 9º arte ou sobre a 6º arte; já não tão babado, claro.

Apenas recorrendo à memória e não às estantes aponto como os meus autores de BD de excelência: Moebius, Druillet, Pratt, Bilal [1], Goscinny e Greg; e Alexandre Dumas, Walter Scott, Tolstoi, Nietzsche, Kafka, Eça, Hubbard, Heinlein, Robert Silverberg, Camus, Sartre, Gautier, Balzac, Sthendal e Flaubert na literatura. [2]

Starwatcher

Starwatcher (1)

Sei que se fosse agora mesmo às estantes iria descobrir outros autores tão espectaculares quanto estes, mas a verdade é que são estes e não outros autores que foram aqui escritos.

.Moebius
A primeira história que li era passada num mundo estranho. Havia um menino numa janela; uma personagem impassível. E um gato. E uma águia. O desenho é fascinante. O argumento assombroso. O conjunto é uma história com uma narração cinematográfica de um surrealismo magnético. É uma obra a duas cores, metálicas, que se lê em 5 minutos, como um filme(?), mas que deixa uma sensação inesquecível. A primeira aquisição que tenho de Moebius é, pois, “Os Olhos do Gato” (Martins Fontes, 1987); o argumento é de Alejandro Jodorowsky, o mesmo argumentista do Incal.

Incal Negro

Incal Negro (2)

Depois veio o Incal. A paixão pelo Incal começou logo na prancha 1bis (2 página d’ “O Incal Negro”, Editorial Futura, 1983).
Após isto com Moebius aka Giraud ou Giraud aka Moebius foi sempre a abrir. Tenho praticamente todo o Moebius – ainda não comprei, mais por preguiça, acho eu, Arzach – não tanto Giraud, apesar de adorar Blueberry.
A grande aquisição que tenho de Moebius é “Starwatcher”, Edition Aedena, 1986; o livro é uma reedição “De la Mémoire du Futur” inteiramente revista e ampliada.

Moebius é para mim dentro da excelência a maior referência na banda desenhada.

.Druillet
Foi descoberto a ver revistas Écho des Savanes. Não foi uma história, mas uma entrevista. Os desenhos eram diferentes. Tinham vida própria. De Druillet apenas tenho Salammbô, mas os desenhos são um desespero visual.

. Hugo Pratt
“A Balada do Mar Salgado”, editada pela Bertrand (1982) e emprestada por um colega (Ilídio Torres [IT]) em Coimbra, foi amor à primeira vista. Na mesma altura lembro-me de ler o “Silêncio” de Didier Comès, mas foi com Pratt que fui descobrir outro universo de BD. Pratt é O autor que cria com uma tal intensidade uma BD que podemos dizer que estamos perante um romance de aventuras em forma de BD. Corto Maltese é o herói/anti-herói que vive aventuras de sonho num mundo real(?).

.Enki Bilal
“O Cruzeiro dos Esquecidos”. Mais uma vez Coimbra e IT. Bilal com um desenho de sombras único cria personagens que são de tal forma psicologicamente credíveis que nos contaminam com os seus medos; vivem num futuro com características assustadoramente reais e possíveis.

.Réne Goscinny
Coimbra e as revistas Tintin perdidas em desleixo na Real República dos Pyn-Guyns onde residia IT. Goscinny é Humor + Humor + Fantasia. Uma simplicidade a contar histórias que nos faz sonhar ao quadrado.

.Greg
Achille Talon com naturalidade. Ainda adoro dizer/escrever o “espirrar baboseiras pelo nariz”. Greg (Michel Regnier) é Humor + Aventura + Fantasia. Experimentou com sucesso todos os géneros. Grandes heróis de aventuras têm a sua marca: Chick Bill, Spirou e Fantasio, Bernard Prince, Luc Orient, Bruno Brazil, Comanche, Spaghetti e muitos mais.

A Armadilha Diabólica

A Armadilha Diabólica (3)

Se com os autores acima descritos foi sempre amor à primeira vista houve pelo menos dois autores que tive dificuldade em comer à primeira, segunda e até terceira vez:
– um foi Edgar E. Jacobs e “As Aventuras de Blake e Mortimer”; tanto texto, mas tanto texto que me assustava sempre que folheava um álbum, mas quando finalmente ganhei coragem foi uma paixão para sempre.
Haverá alguém que não fique com suores frios ao descobrir n’ “Armadilha Diabólica” (Meribérica/Liber, 1987) a prancha da página 38?

– o segundo foi Tardi com “As Aventuras Extraordinárias de Adéle Blanc-Sec”. O desenho de “Adéle e o Monstro” (Bertrand, 1978) não me convidava, sabe-se lá porquê, a avançar. Foi muito mais tarde, quando ganhei a colecção completa a IT, que me senti obrigado a ler “Adéle” e adorei.

Graças a este esforço e persistência adorei, mais tarde, Alix de Jacques Martin e não perdi na (A Suivre) as aventuras de “Nestor Burma” baseadas nos livros de Léo Malet.


[1] descobri na sequência de estar a ler “A Viagem de Théo” (Circulo de Leitores, pág. 63) que Bilal, um escravo negro, foi um dos primeiros convertidos aos ensinamentos do profeta Maomé.
[2] falarei destes escritores noutro post.
imagem (1) – descrição: imagem retirada da edição Starwatcher”, Edition Aedena, 1986
imagem (2) – descrição: prancha (página 2) retirada da edição da Editorial Futura, 1983
imagem (3) – descrição: prancha (página 38) da da edição da “Armadilha Diabólica”, editada pela Meribérica/Liber, 1987.
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