Tag Archive for: romance policial

prémio petrona

31 Mai
31.05.2019
prémio petrona

O Prémio Petrona foi criado para celebrar o trabalho de Maxine Clarke, uma das primeiras críticas de crimes on-line e blogger, que morreu em Dezembro de 2012. Maxine, cujo personagem e blog on-line se chamava Petrona, era apaixonada por ficção policial traduzida, especialmente a dos países escandinavos.

E isto a propósito de estar a ler o romance O Silêncio do Mar de Yrsa Sigurdardóttir que foi galardoado com este prémio em 2015.

a cicatriz do mal de pierre lemaitre

29 Set
29.09.2018

Excelente descoberta este último livro da série Verhœven – uma pena que termine!

Pierre Lemaitre, vencedor do prémio Goncourt 2013 de com a obra Au revoir là-haut, assina aqui um livro brilhante e com um inspector incomum.

Necessário descobrir mais, muito mais.

intuitos perversos

13 Jun
13.06.2010

“Intuitos Perversos” foi uma leitura interessante. O enredo estava suficientemente desenvolvido para me cativar. História que se lê de uma penada.

A personagem principal “Mici” passeou sem dificuldades pelo percurso atribulado até à descoberta do mau da fita. E no final descobrimos que somos todos inocentemente, ou não, perversos!

“Intuitos Perversos” (1980) é a terceira aventura protagonizada por Mici Anhalt e segue-se a “Aftershock” (1977) e a “Falling Star” (1979).

Norah Mulcahaney continua a ser a heroína feminina de Lillian O’Donnell, nascida em 1936, com mais histórias; até à data 17 aventuras.

o mau detective

21 Abr
21.04.2010

“O Mau Detective”, The Bad Detective (1996), de Henry Reymond Fitzwalter Keating (H. R. F. Keating) é um história muito bem urdida e com finais surpreendentes. Este livro faz parte de vários romances escritos na década de 1990 sobre como as fraquezas humanas podem prejudicar o trabalho dos polícias. Só li este que por sinal encerra o ciclo.
Aqui temos um corrupto Jack Stallworthy que planeia ir para a reforma com os bolsos bem recheados.
Já tinha lido uma história de H. R. F. Keating cuja personagem principal é o Inspector Ghote – não me lembro qual.

Aponto uma questão de tradução que não entendi. Segundo me apercebi a palavra pub foi traduzida sempre como “pabe”:

Não visitamos três pabes, esta noite?

página 20

o mar em casablanca

25 Jan
25.01.2010

«Não cheguei a morrer?», perguntou ele.
«Não. Não foi o suficiente.»

página 107

Li este livro empurrado por uma critica do Jornal de Letras e foi uma leitura bastante agradável.

O Mar em Casablanca é antes de mais um romance policial – temos dois assassinatos e uma investigação policial, para se transformar, também, numa autobiografia de Jaime Ramos. Aqui os crimes servem um propósito superior, que vai muito para além de descobrir o(s) culpado(s); são o motivo de uma viagem pela memória de Jaime Ramos – que está a ficar velho. E o Douro, o Vidago, Angola e Guiné, Casablanca e Venezuela são os espelhos das recordações que Jaime Ramos nos dá a conhecer.

A escrita é de uma doce melancolia que nos faz de um trago mergulhar perdidos no nevoeiro do Douro para de seguida nos resgatar com o cheiro de uns filetes de sardinha.

O Mar em Casablanca é um livro que se revela a cada página.

antes morrer que matar

10 Nov
10.11.2009

Abri e fechei a boca, mas não saiu nenhum som. Fiquei parado a olhá-lo.

página 132

No final do livro também fiquei apalermado. Tanta coisa, suspense, trama, tramóia, para a sujeita se suicidar estupidamente. Haja paciência.
Esquecendo isso é um policial que se lê em poucas horas.

a piscina silenciosa

08 Nov
08.11.2009

– E que devo eu responder?

página 157

A personagem Miss Silver, detective anciã, criação de Dora Amy Dillon Turnbull (1878-1961) aka Patricia Wentworth não me convenceu. Um dos livros vítimas das minhas insónias que não serviu qualquer propósito excepto ajudar-me a ultrapassar a noite.

as aranhas douradas

02 Nov
02.11.2009

— Não me consultaste — prosseguiu Wolfe com frieza. — Descobrir que um dos meus pratos preferidos foi radicalmente alterado, sem qualquer espécie de aviso. é um choque desagradável. Talvez seja comestível, mas não estou com disposição para correr esse risco.

páginas 5 e 6

Foram 174 páginas lidas em poucas horas. A noite de ontem, e a de hoje vai pelo mesmo caminho, não puxava o sono. Daí que me tenha socorrido de um companheiro solitário para servir distracção, mas foi pouca distracção para me permitir adormecer.

Apenas pelas 07.?? é que fechei os olhos bastante ensonado e cansado.

vinte mais dois

14 Jul
14.07.2009

Esta história, Vinte Mais Dois (1961), de Frank Gruber, que teve honras de adaptação cinematográfica, é de fácil leitura. Mas perde-se a páginas tantas. Mais concretamente a partir da página 146. E apesar de Tom Alder, especialista em descobrir herdeiros desaparecidos, ser uma personagem muito interessante e convincente não salva por si só um romance policial transfigurado em história de cordel, tão típicas da revista Maria. Ficamos a saber, na moral da história, que os maus são sempre maus.

Felizmente temos uma Patricia Highsmith para nos dar um mau bom.

ofício de matar

28 Jun
28.06.2009

– Estou despedido? – inquiriu Sam, esperançadamente.
– Enquanto eu for aqui o capataz – disse Johnson àsperamente – … ou não sou? Você está despedido.
– Magnifico. – exclamou Sam.
Johnson consultou Johnny:
– Acha que deva despedi-lo?
– Você lá sabe. Você é o capataz – responde Johnny, calmamente.
– Bem, nesse caso, não está despedido.
– Não. – protestou Sam. – Você não pode voltar com a palavra atrás. Você disse que eu estava despedido…
– Tenha paciência.(…)

Livros do Brasil, colecção Vampiro n.º 159

Johnny Fletcher e Sam Cragg tornam fácil a leitura de “Ofício de Matar” (“A Job of Murder” [1949]) de Frank Gruber. São duas personagens bem delineadas que se movem com desenvoltura. Leitura simpática.

Na edição em português o título original tem a indicação de “A Job of Murder”
No site The Thrilling Detective temos esta referência:

The Leather Duke (1949; AKA A Job of Murder; Johnny Fletcher & Sam Cragg)

The Thrilling Detective

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