Tag Archive for: sentimento

os ciclos

20 Nov
20.11.2019

Este sentimento de desilusão é uma sensação cíclica. De tempos a tempos perco a vontade de jogar a WOW – está a acontecer com o Thorgal. O único prazer que estou a ter é jogar com o Silentium, um Hunter Alliance, melhor ainda um Dark Iron Dwarf, porque está a subir de nível e isso dá-me gozo. É, assim, como que uma desilusão boomerang!

Adoro a classe dos Hunter a ainda mais os Dwarf.


Inicialmente chama-se Zapping, mas apaguei o char criando-o depois como Silentium.

Actualmente a posição do meus ‘necos é:

horde

  • Thorgal – Male Orc Hunter – 120
  • Duplicata – Female Undead Mage – 120
  • Aleluia – Male Undead Priest – 120
  • Fromage – Male Goblin Warlock – 120
  • Piolho – Male Mag’har Orc Shaman – 120
  • Alternity – Male Highmountain Tauren Warrior – 120
  • Valerius – Male Blood Elf Demon Hunter – 120
  • Croissant – Female Blood Elf Rogue – 92
  • Lumiére – Male Blood Elf Paladin – 80
  • Sintaxe – Male Orc Death Night71 120
  • Négatif – Female Nightborne Monk – 47
  • Verdete – Male Zandalari Troll Druid – 27
  • Bolachudo – Male Pandaren Hunter – 21

alliance

  • Ostium – Male Worgen Druid – 120
  • Silentium – Male Dark Iron Dwarf Hunter – 33

22 Jul
22.07.2019 (Paulete: «O amor torna as pessoas ridículas. O ódio é um sentimento mais respeitável.»)
Estação das Chuvas de José Eduardo Agualusa (página 127)

25 Mar
25.03.2019 Não tenho tempo para sentir.
Não tenho tempo para sentir, compreende? Não posso parar. Não posso ter tempo para sentir. Não quero sentir.
No instante em que voltar a sentir morrerei de tanto sentir.
Barroco Tropical por José Eduardo Agualusa (páginas 33/34)

saudades

28 Nov
28.11.2016

Sinto saudades do tempo em que era um alienado e vivia exilado em sonhos LSD. Pode, até, nem ser saudade este sentimento que me envolve em nevoeiro. Pode ser, apenas, a melancolia da distraída ignorância.

a porta dos infernos

17 Jun
17.06.2013

A Porta dos Infernos por Laurent Gaudé (edição pela Porto Editora) foi lido no decorrer do dia de ontem. É um daqueles livros que tinha para ler e que era preterido em relação a outros.

Já sabia antes de o começar a ler que ia gostar dele, não sabia que seria uma leitura vertiginosa. A Porta dos Infernos é um livro sobre a morte, o desespero, o esquecimento, a fragilidade dos sentimentos, mas acima de tudo sobre a importância da vida. Não me deixou indiferente; é um livro muito bem escrito e profundamente perturbador.

O Pintor de Batalhas por Arturo Pérez-Reverte foi outros dos livros que me conseguiu abalar – no bom sentido. Contudo A Porta dos Infernos é uma leitura mais sufocante.

E estas palavras ditas por Schmidt no filme “About Schmidt” podem quase explicar um pouco do que foi lido.

Relatively soon, I will die. Maybe in 20 years, maybe tomorrow, it doesn’t matter. Once I am dead and everyone who knew me dies too, it will be as though I never existed. What difference has my life made to anyone. None that I can think of. None at all.

About Schmidt

maria mariquitas, a entrevista

25 Out
25.10.2012

Maria Mariquitas teve a coragem, diga-se de louvar, de responder a algumas questões que me iam na alma, alma em sentido literário, já que sou ateu, o que só demonstra que é uma grande mulher medida em termos cúbicos – serei magnânimo e acrescento ao melhor estilo Dupond et Dupont que é uma grande mulher que leva à letra “Liebe Ist Für Alle Da“.

Aqui temos a entrevista possível tendo em conta que esta semana encontramos Sol em Escorpião com Ascendente em Leão.

1. mariquitas é um nome com algum sentido escondido ou é apenas um nome pensado para se ficar com a ideia de coisa “fofa“?
Mariquitas significa Joaninha em espanhol, que em certos países da américa latina, é mais sinónimo de praga do que de coisa fofa, por isso se à primeira vista tem um ar fofo, pode mais aprofundadamente ser verdadeiramente assustador…

2. e voltando ao nome não o achas pernicioso tendo em conta que pode evocar mariquices?
É certo que me chamam muitas vezes de Mariquinhas, mas nunca me ofendeu…

3. amor ao quadrado 25cmx25cm. Não achas que com essas medidas estás a colocar o amor numa moldura de vidro. Amor que deve ser livre e sem medidas?
Nunca tinha visto as coisas sobre essse prisma, mas vou lançar uma colecção xxl de tamanho 50×50 para “dar mais espaço” ao Amor.. a outra hipótese é retirar o vidro e deixar o amor livre e desimpedido.

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amor ao quadrado em moldura 25×25 (uma visão epistemológica do sentimento, amor)

4. se eu te encomendasse um amor ao quadrado? no qual quisesse ver exibido o amor que tenho à minha virilidade eras artista para encarar o projecto com seriedade. Ou ficarias constrangida ao descobrires que ainda existem coisas tão pujantes que iriam certamente castrar a tua musa?
Como artista tenho de estar aberta a novos desafios, mesmo que me deixem de tal forma assustada que não consiga responder ao resto das perguntas.

4. o teu mercado é totalmente feminino ou tens algum macho que ainda não assumiu a sua feminilidade?
O meu mercado, é quase exclusivamente feminino, mas tenho muitos fãs homens na comunidade o que revela certamente uma sensibilidade grande da parte deles.

5. estás satisfeita ao cubo com as tuas realizações artísticas?
Completamente, mas estou sempre a pensar que não consigo fazer melhor o que me angustia profundamente.

6. já pensaste em alargar os quadrados a um mercado mais gótico? Ou vais permanecer nesta cena de que o amor é que está a dar?
Acho o amor estará sempre presente naquilo que faço, mesmo que um dia troque o cor de rosa pelo preto.

Paulo, foi a entrevista mais maluca que já dei na minha vida!!!!

Obrigada!

Não tens de quê. Eu adoro provocar convulsões únicas.

a inveja

23 Jul
23.07.2012

A inveja é um sentimento poderoso.
A inveja engana a auto-estima, faz-nos sentir superiores.
O mal de inveja justifica os nossos erros, colocando nos outros a culpa de tudo o que nos corre mal. Começamos a fantasiar, e esquecemos que todos nós somos o nosso próprio reflexo e aquilo que vemos nos outros, estamos também a ver em nós. Não conseguir lidar com isto é viver alienado.

Tu que estás a ler isto. Sim tu (não olhes para o lado e também não está ninguém atrás de ti). Sabes que estou a escrever para ti: vive feliz com a tua inveja, vai p’ra puta que te pariu e compra um espelho.

blanche epifany

08 Ago
08.08.2011

Lob e Pichard estrearam juntos em 1964 na revista Chouchou, com a personagem Tenebrax. Mas foi só em 67 que a dupla criou a nossa Blanche Epifany para a revista V-Magazine de Jean-Claude Forest, responsável pela intergalacticamente psicodélica Barbarella. O contraponto não poderia ser mais oportuno: enquanto uma se aventura intrepidamente pelos espaços afora, desafiando a lei da gravidade, a outra se defendia timidamente dos que desafiavam a gravidade da lei. Nada mais pop, nada mais atrevido: o melhor dos anos 60.

Pichard é um especialista em mulheres provocantes. Junto com Wolinski, criou a inesquecível Paulette, musa definitiva do underground. Depois, deu vida a Caroline Cholera e a Condessa Vermelha (Drácula de saias).

Blanche, a filha deserdada da Belle Epoque, desfila, seminua, dos becos escuros da cidade-luz aos palácios ensolarados das Arábias, sempre defendendo sua infalível virgindade, numa fidelíssima reconstrução da época, onde não foi esquecido um só extravagante ornamento Art-Nouveau. E,como observa Jean-Pierre Dionnet,da revista Metal Hurlant, Lob “caçoa gentilmente da literatura popular da época, de seus costumes, seus bons sentimentos e inverossimilhanças, mas sem o menor desprezo – talvez até com certa dose de nostalgia…

texto de Ana Jover na edição brasileira

prancha

prancha

Com desenhos de Georges Pichard e argumento de Jacques Lob “Blanche Epifany” é uma história provocante e surrealista; com muita ironia.

Graphic Novel #19 // Editora Abril Jovem em 1990

lan party

09 Mar
09.03.2011

Contrariando todos os sentimentos de posse tanto eu como a minha mulher deixamos o nosso mais velho participar na Lan Party do Rio (Lan Rio) realizada na Escola Secundária de Barcelos.

Mas apesar de tudo o resultado foi positivo. Conheceu pessoas novas e acima de tudo conquistou o 1º lugar no Torneio Guitar Hero.

Hoje ao ler o Jornal de Barcelos (n.º 10, Ano LXI, III Série) não pude deixar de reparar na notícia sobre o evento e de ver o seu nome mencionado. Fica aqui devidamente assinalado este acontecimento.

13 Out
13.10.2010 (…) de vez em quando tudo isto me parece irreal. Vem-me um tal sentimento de irrealidade. Sou eu. Às vezes assisto-me a viver como se eu fosse outra. Um desdobramento de imagens.
Viver com os Outros por Isabel de Nóbrega
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beam me up, scotty!