Tag Archive for: som

fel reaver

18 Jun
18.06.2020

Ainda acho o som feito pelo Fel Reaver o mais assustador do jogo.

Memorável!

a começar

22 Jan
22.01.2020

Quando apanho boleia para o meu local de trabalho gosto de esperar durante, cerca de, quinze minutos e aproveitar o tempo para ler. Assim estou preparado para o dia que se inicia. Se for a pé a deslocação é feita ao som da música. Momento para o pensamento divagar alegremente.

Se esta rotina se quebra será um dia maldito.

some kind of explanation

17 Jan
17.01.2019
Relatively soon, I will die. Maybe in 20 years, maybe tomorrow, it doesn’t matter. Once I am dead and everyone who knew me dies too, it will be as though I never existed. What difference has my life made to anyone. None that I can think of. None at all.
About Schmidt

The music, like writing and reading are very important factors in my life. With reading and writing it was always a discovery made by me; the music, and as a child I was invited, thanks to my uncle João Brito, to sleep listen to jazz, blues…
I read at age of ten, borrowed by my uncle, “Les jeux sont faits” and “Le Matin des magiciens” – and my life has changed!

There is no such thing as a moral or an immoral book. Books are well written or badly written. That is all.
Oscar Wilde
O que é deliciosamente assustador, naturalmente, sem a profusão literária das memórias involuntárias produzidas pelo sabor das migalhas da madeleine de Proust misturadas numa colher com chá, são os pequenos pedaços do meu passado, desencadeados por um cheiro intenso de saudável maresia, que se foram desenrolando na mente enquanto tentava adormecer e outros fragmentos que entretanto surgem enquanto tento descrever essa noite – e não havendo, na verdade, qualquer sequência cronológica e muito menos lógica nas lembranças, são, não obstante isso, os fotograficamente eternos pequenos instantes do meu passado.

what book to choose?

goblin: Which book would you take to a desert island?
pbrito: Why would I want to go to a desert island?
goblin: It is a purely academic question. Only to define what is your favorite book.
pbrito: This is intended to be an interview or a psychological profile?

[…] “À la recherche du temps perdu” (Marcel Proust) will always be the book that I would take to an island.

Longtemps, je me suis couché de bonne heure. Parfois, à peine ma bougie éteinte, mes yeux se fermaient si vite que je n’avais pas le temps de me dire: «Je m’endors.»
Du Côté de Chez Swann, Marcel Proust

meet my team

THE ILLOGICAL: “Sense is the enemy of change and nonsense is the powder keg of disorder.”Automatic Safe Dog by Jet McDonald

OS LIVROS: os meus amigos em todas as ocasiões.

THE RAVEN: one of the best muses, working for me since the beginning.

He cried in a whisper at some image, at some vision — he cried out twice, a cry that was no more than a breath — “The horror! The horror!”
Heart of Darkness, Joseph Conrad

uma explicação

29 Jun
29.06.2017

Um destes dias tentei explicar a alguém e ao meu mim como funciona a minha mente, cabeça, cérebro, massa cinzenta, como diria Poirot, ao tentar relaxar para dormir ou apenas relaxar pelo relaxar.

Pensa no zapping. Clicas num botão percebes umas imagens, uns sons durante três ou cinco segundos. Clicas novamente. Outras imagens e outros sons. Três, cinco segundos. Zip. Novas imagens e sons. Zap. Imagens e sons; mais Zip e Zap. Entretanto passaram três minutos e foram vistas imensas imagens e ouvidos outros tantos sons. O que foi retido nada de nada – zero. E zero foi, igualmente, o relaxamento, ao não conseguir utilizar uma imagem/som que me fizesse descomprimir e adormecer ou esvaziar, simplesmente, o pensamento.

Acho que o mar é o meu único facilitador de relaxamento. Adoro vê-lo, sentir o seu cheiro, a sua espuma, o seu sabor salgado. Gostava de ter uma cama virada para o mar. Será o meu obscuro desejo?

Complicado? Vou tentar outro exemplo. Pode ser?

Imagina o motor de um Outerlimits 50′ Catamaran a trabalhar em ralenti. Os seus 2.500 cavalos adormecidos, em rom-rom rom-rom rom-rom. A lancha está calma. Aconchegada pelo mar. Aí carregas no acelerador, o motor ruge – vroooommm! Largas o pedal rom-rom rom-rom rom-rom. Vroooommm! Rom-rom rom-rom rom-rom. Vroooommm! E nesta subida constante das rotações o teu cérebro nunca chega a descansar. Quando menos esperas é-te arrancado um vroooommm!

Percebeste agora?

de lado – 0039

28 Mai
28.05.2017

A ouvir o silêncio – grande som, mas ligeiramente psicadélico.

contacte um administrador, as frases feitas

08 Nov
08.11.2016

01.10.2016
contacte um administrador: as regras não foram servidas com molho bechamel.

04.10.2016
contacte um administrador: os auscultadores aumentaram o som.

06.10.2016
contacte um administrador: o sistema virou loucura.

14.10.2016
contacte um administrador: o erro de sistema tem de avisar com cinco dias de antecedência.

contacte um administrador – 0004

14 Out
14.10.2016

contacte um administrador: o erro de sistema tem de avisar com cinco dias de antecedência.

contacte um administrador – 0003

06 Out
06.10.2016

contacte um administrador: o sistema virou loucura.

contacte um administrador – 0002

04 Out
04.10.2016

contacte um administrador: os auscultadores aumentaram o som.

maravilhas

31 Mai
31.05.2006

E maravilhei-me com a nossa longa e complexa história humana, a nossa evolução até à postura erecta e cérebros do tamanho de cachos de uva, a nossa descoberta do fogo e ritos fúnebres, o nosso desenvolvimento da linguagem e rituais e dança, as nossas pinturas rupestres, a nossa invenção de utensílios e agricultura e ourivesaria, as nossas belas culturas materialistas, as nossa cidades antigas, os nossos aquedutos e teares e calendários solares, as nossas maquetas do universo, a nossa invenção do telescópio, a nossa descoberta do cálculo, os nossos balões a hélio e máquinas a vapor e estações espaciais e computadores, e com o labirinto de organizações mentais e psicológicas que seguiram ou precederam estas fases evolutivas do passado, tudo para chegarmos a isto, a escovas de dentes dos 101 Dálmatas e meias que servem de chinelos e calendários de Gatos ao sol e caixas de bonecos falantes com a cara do Michael Jordan.

páginas 20 e 21

John Vernon, Um Livro de Razões
título original: A Book of Reasons
tradutor: Tânia Ganho
editor: Cí­rculo de Leitores, Navarra, Espanha, Abr. 2001,
isbn: 972-42-2461-9

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