Tag Archive for: stress

níveis de stress

30 Jan
30.01.2020

Se o seu stress não respeita as normas ISO 10551 significa que está perante uma sensação térmica não autorizada e por isso deve dirigir-se de imediato ao Centro de Saúde mais próximo para ficar em quarentena ambiental. Após 48 horas será efectuada uma avaliação aos níveis de desconforto tendo em conta as características pessoais e o vestuário utilizado. Se os biomarcadores testados pelo corpo forem negativos para a deformação em V a quarentena será levantada.

sobre lol

22 Out
22.10.2017

Escrever sobre, com e para lol tem sido apenas um exercício higiénico. É algo escrito ao estilo comer batatas fritas – sem stress, nem finesse; que pretende ser sério e/ou divertido ou talvez não. Uns episódios serão mais interessantes outros nem por isso. Se por vezes é uma história que inspira uma imagem, outras é uma imagem que solicita algumas palavras.
Neste processo é sem dúvida Mercie Pedro E Silva a pessoa, a alma, que me permite ir mais além. Graças a ela tenho a minha versão da história, muitas vezes rude, e outra história criada por ela que consegue sempre ficar mais “limada”.

compulsivamente

07 Fev
07.02.2017

Ando obsessivo, compulsivamente, obsessivo.

sobre lol

22 Out
22.10.2016

Escrever sobre, com e para lol tem sido apenas um exercício higiénico. É algo escrito ao estilo comer batatas fritas – sem stress, nem finesse; que pretende ser sério e/ou divertido ou talvez não. Uns episódios serão mais interessantes outros nem por isso. Se por vezes é uma história que inspira uma imagem, outras é uma imagem que solicita algumas palavras.
Neste processo é sem dúvida Mercie Pedro E Silva a pessoa, a alma, que me permite ir mais além. Graças a ela tenho a minha versão da história, muitas vezes rude, e outra história criada por ela que consegue sempre ficar mais “limada“.

as pilhas ou a razão de tapar as orelhas

05 Mai
05.05.2010

Descobri há mais de 15 dias o meu leitor de MP3 comprado no dia em que fui à praia dos “patos”. É um daqueles que ainda necessita de uma pilha AA para funcionar.
Com o objectivo de o ter a debitar sons de imediato coloquei uma pilha comprada na loja do chinês da esquina e o leitor funcionou por 2 horas +/-.

Com um vibrante pensamento positivo pensei que o problema estaria na pilha utilizada e não no leitor, o que veio a revelar-se ser verdade, e, como tal, no dia seguinte pelas 08h30, fui adquirir umas verdadeiras pilhas “Duracell”– nunca me desiludiram – no supermercado perto de minha casa.

Em conversa com o funcionário mencionei a minha necessidade de consumir logo ali uma pilha para poder ir para o trabalho a ouvir música; detesto sofrer logo cedinho com os apitos, carros a travar, discussões, gritos de pessoal que se deita chateado e se levanta ainda mais aborrecido. O prestável funcionário, tentou amenizar a minha filosofia agressiva?, afirmando que era normal que o pessoal ande chateado, stressado: “é a vida?! Eu até os compreendo.”… Eu terminei, delicadamente, a conversa dizendo: “Agora percebes porque preciso de ir com os tímpanos protegidos. Não posso ser logo de manhã contaminado com tanto negativismo”.

Coloquei uma pilha AA, liguei o MP3 e deslizei quase literalmente para o meu local de trabalho feliz com o que ia ouvindo: música relaxante, apaziguadora.

eram diabos à solta… ou zombies!?

01 Mar
01.03.2010

Ontem Barcelos, uma grande aldeia com muitas casas, ficou literalmente às escuras durante mais de 5 horas. De imediato as luzes de presença colocadas em locais estratégicos da casa activaram-se e durante 1 hora ainda houve luz eléctrica. Depois como bom pater familias que sou resolvi o problema com uma facilidade assustadoramente simples – coloquei velas.

Tudo correu bem com as duas crianças enquanto a PSP e as DS tiveram bateria. Depois com a ausência continuada e prolongada das consolas e da TV foi um pouco complicado gerir o ambiente familiar.

Tentei explicar aos meus filhos o impossível – que quando tinha a idade deles ficar sem luz eléctrica era mais que normal em noites de maior chuva e vento. As velas, os lampiões eram objectos obrigatórios em qualquer casa. Isto ainda tentarem compreender e, por isso, aceitar a situação anormal que presenciavam, foi a primeira vez para a Margarida, mas quando mencionei que até se usavam à noite penicos quando eu tinha a idade deles senti que deixaram de me ver como um pai e mais como um neanderthal. Mudei de “onda” e o stress criado pelo ambiente à século XIV foi disperso quando recorrendo aos meus dotes teatrais fiz de palhaço e animei a família.

Mal sabia eu que o pior estava para vir. Eram 20.30 e Barcelos ainda estava 90% às escuras quando começamos a ouvir uns grunhidos do exterior. Era uma litania nada religiosa. O teor da ladainha enfadonha, pois claro, inicialmente imperceptível, com mais “coisas” a entoa-la, foi-se revelando – “benficaaaaaaaaaaa… jogooooo……” Percebi de imediato que com os cafés fechados por motivos mais que óbvios, a que não falhou a “casa do benfica”, “os diabos” deixaram de ter os habituais poisos de nidificação à disposição e andavam sem rumo, perdidos, desesperados pela cidade, sem saberem como “assistirem” ao jogo cujo início se aproximava inexoravelmente. Foi além de anedótico, lindamente assustador, ver directamente do conforto da minha casa iluminada à luz das velas “zombies de vermelho” de olhos brancos sem qualquer resquício de inteligência à espera da “luz”!

benficaaaaaaaaaaa… jogooooo……

benficaaaaaaaaaaa… jogooooo……

Sabia que o espectáculo diabolicamente divinal que estava a assistir iria a qualquer momento terminar e tal aconteceu quando sem motivo aparente a EDP cumpriu a sua missão e pontos de luz começaram a despontar inicialmente trémulos, mas logo depois a uma velocidade vertiginosa e nessa altura era ver os “zombies” agora transformados em “mariposas” a correrem histericamente descontroladas em direcção às “luzes”.

Não sei se as “mariposas zombies” ainda chegaram a tempo ao “benficaaaaaaaaaaa… jogooooo……“. Soube, isso sim, que o espectáculo tinha acabado e que a rotina já sem penico ia recomeçar.

mas, eu fiz uma pergunta?

25 Fev
25.02.2010

Hoje pela manhã, e como habitualmente sem esperar uma resposta porque não foi feita uma pergunta, cumprimentei as pessoas que se iam cruzando comigo ou com a frase quebra-gelo “Então, tudo em cima!” ou com uma frase feita de cariz meteorológico “Está outra vez a chover!” ou até com uma expressão da mais refinada verbosidade “Ah! O Morfeu foi carinhoso esta noite.” e tento continuar, sempre, sem abrandar a indolência do meu caminhar, porque prezo a ausência de stress e de emoções sudoríferas logo no princípio do dia, o meu percurso.

Por vezes algumas pessoas obtusas tentam responder a uma afirmação ou a uma exclamação com uma resposta e quebram-me o ritmo matinal. Mas se isto é grave, pior é quando a reboque de uma dessas frases começam a narram a noite anterior com – “uma unha partiu-se a lavar os dentes”, “a luz foi abaixo e atrasou o ciclo de lavagem da máquina de lavar roupa e atrasou-me a ida para a cama”, “a torneira do chuveiro da casa de banho pingou a noite toda e torturou-me o sono”, “os peditum do vizinho de cima eram pouco melodiosos e não me permitiram abraçar relaxadamente o sono”, et caetera.

Quando recebo neste contexto matinal e sem aviso prévio uma resposta a uma não pergunta fico temporariamente atónico porque é uma jogada social imprevisível que ainda não aprendi convenientemente a ripostar. Não é, contudo, uma falha da minha parte; mas tentarei de futuro, pelo menos uma vez por semana, seguir o programa “As Tardes da Júlia” ou outro semelhante.

Espero é que minha box não queime se arriscar gravar apenas, digamos, 30 minutos. Hummm! acho que primeiro vou ligar ao suporte a clientes para ter a certeza da margem de segurança.

o nevar em barcelos

10 Jan
10.01.2009

Por motivos de força maior, vulgo ameaças de abstenção sexual vejo-me obrigar a colocar um novo post sobre “o nevar em Barcelos“.

Ontem nevou em Barcelos.
Já não caía neve em Barcelos à mais de duas décadas.
Foi um acontecimento único que tive a oportunidade de viver em primeira mão e em segunda mão, porque até vi e senti a gelada e poética neve através dos olhos de crianças grandes e pequenas.

Que emoção. Ainda me sinto como que gelado ao pensar na manhã do “nevão”.

O histerismo A alegria das pessoas era altamente contagiante.
Tive até a oportunidade de tirar umas fotos no meu telemóvel 3G. São de parca qualidade porque a emoção era enorme. É por isso que as não a quero colocar coloco em tamanho reduzido. Até fiz um pequeno vídeo da ocasião. Fiquei muito feliz que até chorei quando levei com um bola de neve no pescoço. Foi muito stressante divertido partilhar este momento.

Espero que neve mais vezes, para que Barcelos possa albergar outros tipos de ursos, como o majestoso urso polar. Hoje vi pessoas que pareciam ursos pela forma como estavam em união com a neve. Uma simbiose perfeita de fazer inveja à pulga anémona.

Fiz até um pequeno poema de merda, mas cheio sinceridade.

Em Barcelos está a nevar
e eu todo feliz
mesmo com frio no nariz.

o jogo final

02 Jan
02.01.2009

– Você perdeu peso.
– Um tipo de stress aumenta-nos o peso, outro reduz. Sou uma criatura de químicos.

directamente da página 277

Eu gostava de sofrer do stress que reduz o peso para continuar a comer sem stress.
Mas sou, como sempre, vítima, até na escolha das palavras, inocente de uma qualquer desconhecida circunstância.

O Jogo Final, Orson Scott Card // título original: Ender’s Game // editor: Editorial Presença, Colecção Viajantes no Tempo, 1ª edição (jan.2003) // tradução: Luís Santos // capa: Ana Espadinha // isbn: 972-23-2973-1

sem agrafos

26 Mai
26.05.2006

Pessoalmente irrita-me estar a agrafar em série e os agrafos acabarem.
Procuro na gaveta por uma recarga e népias, nada de nada.

É a lei de Murphy a funcionar em pleno.

© 1999.2020 porta VIII. todos os direitos reservados. alimentado pelo wordpress | alojamento por oitava esfera
beam me up, scotty!