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good omens, a série

Vi o primeiro episódio e foi uma coisa assim tão sem sabor como as hóstias que era obrigado a comer quando ia agrilhoado à comunhão.

my top 10 + 1 favorite fictional detectives

My top list of fictional detectives:

  1. C. Auguste Dupin by Edgar Allan Poe
  2. Sherlock Holmes by Arthur Conan Doyle
  3. Nero Wolfe by Rex Stout
  4. Commissaire Maigret by Georges Simenon
  5. Feluda by Satyajit Ray
  6. Monsieur Lecoq by Émile Gaboriau
  7. Hercule Poirot by Agatha Christie
  8. Philip Marlowe by Raymond Chandler
  9. Commissario Salvo Montalbano by Andrea Camilleri
  10. Father Brown by G. K. Chesterton
  11. Samuel “Sam” Vimes by Terry Pratchett

The best mystery novel continues to be The Woman in White by Wilkie Collins.


Illustration to “The Purloined Letter” by E. A. Poe.
Source “Модный магазин” (Fashion magazine), 1864, №23 (December)

From wikipedia

a luz fantástica

A Luz Fantástica (The Light Fantastic, 1986) de Terry Pratchett é o segundo livro da excelente série Discworld.
É uma obra super divertida. Mais explicações? Só lendo. (e já escrevi isto anteriormente)

(…) a inconsciência do homenzinho em relação a todas as formas de perigo fazia de alguma modo o perigo sentir-se de tal maneira desencorajado que acabava por desistir e ir-se embora.

página 20

Esta é a lista dos livros que já li do universo Discworld que está a ser lida sem ordem.

  • Luz Fantástica (The Light Fantastic, 1986)
  • Ritos Iguais (Equal Rites, 1987)
  • Mort (Mort, 1987)
  • As Três Bruxas (Wyrd Sisters, 1988)

ritos iguais

Ritos Iguais (Equal Rites, 1987) de Terry Pratchett é o terceiro livro da excelente série Discworld.
É uma obra super divertida. Mais explicações? Só lendo.

O proprietário do Enigma do Violinista considerava-se um homem do mundo, e com razão, porque era demasiado estúpido para ser verdadeiramente cruel, e demasiado preguiçoso para ser verdadeiramente mau, e, embora o corpo dele tivesse viajado bastante, o espírito nunca fora mais longe do que o interior da própria cabeça.

página 80

Como não sei já o que li ou deixei de ler aqui me deixo uma lista do que encontrei nas estantes.

  • Ritos Iguais (Equal Rites, 1987)
  • Mort (Mort, 1987)
  • As Três Bruxas (Wyrd Sisters, 1988)

a glória dos traidores

“A Glória dos Traidores”, segunda parte da história “A Storm of Swords” de George R. R. Martin, é viciante.
O que se passa debaixo daquele boné; Martin é um ceifeiro verdadeiramente maléfico, capaz de envergonhar a “Death” de Terry Pratchett.

“A Glória dos Traidores” (e a “A Storm of Swords” no seu conjunto) é deliciosamente amorosa, perversa, sanguinária, heróica…

imagem (1)
descrição: capa do livro “A Glória dos Traidores” de George R. R. Martin
título original: A Storm of Swords
tradução: Jorge Candeias
revisão: Idalina Morgado
editora: Saída de Emergência, reimpressão Julho.2011
isbn: 978-989-637-091-6

the last hero

Este será? o primeiro livro a sair das prateleiras. Ainda está na mesa da sala; ou escondido pela sala – os livros na sala têm um prazo de validade de 48 horas até a minha mais-que-tudo os esconder? (palavra minha, já que segundo ela os livros são “arrumados”).

A minha? linda edição tem uma grande mais valia, tem ilustrações de Paul Kidby.

The Last Hero is a short novel, the twenty-seventh of the Discworld series by Terry Pratchett. It was published in 2001 in a larger format than the other Discworld novels and illustrated on every page by Paul Kidby.

Victor Gollancz

A história é como sempre hilariantemente divertida e brilhantemente ilustrada – enriquece qualquer biblioteca.

nação

“Nação” editado pela primeira vez em 2008 é já, arredondando, o 10º livro que li de Terry Pratchett. É o segundo livro, contando com “Bons Augúrios” em parceria com Neil Gaiman, que li fora do mundo “Discworld”.

“Nação” comprova, mais uma vez, que Terry Pratchett é um caso único na escrita de universos imaginários. Ele escreve não apenas bem, como convence com as suas criações. “Nação” decorre num universo paralelo, que é um tema igualmente querido a Philip Pullman, mais precisamente numa ilha dos mares do sul em finais do século XIX.

Não deixa se ser surpreendente que com a idade de 60 anos (nasceu em 1948), mas com um diagnóstico precoce de Alzheimer, que Terry Pratchett tenha criado uma grande obra sem idade sobre o amor, sobre a procura individual; uma história cheia de acção e repleta de mensagens. É uma obra de fina porcelana para ser lida por todos independentemente da idade.

bons augúrios

(…) um tipo pensa que está no topo do mundo e, de repente, pregam-lhe com o Armagedão em cima. A Grande Guerra, a Derradeira Batalha. Céu contra Inferno, três assaltos, uma queda, sem apelo. E era tudo. Deixava de haver mundo. Porque era isso que o fim do mundo significava. Não haver mais mundo. Só um céu infindável ou, dependendo de quem vencesse, um infindável Inferno. Crowley não sabia qual seria o pior.
Bom, por definição, o Inferno era pior, claro. Mas Crowley lembrava-se de como era o céu e a verdade é que tinha muitas coisas em comum com o Inferno. Logo para começar, não era possí­vel arranjar-se uma bebida decente em nenhum deles. E o tédio que havia no céu era quase tão mau como a excitação que havia no inferno.
Mas não havia maneira de se escapar. (…)
Bem, pelo menos não ia ser naquele ano. Ainda teria tempo para fazer algumas coisas. Para já, vender acções de longo prazo.

página 28

Neil Gaiman; Terry Pratchett, Bons Augúrios // título original: Good Omens // tradução: Carlos Grifo Babo // editor: Editorial Presença, Nov. 2004, Lisboa // isbn: 972-23-3280-5

prazeres de papel

É com imenso prazer que tomei conhecimento de outro livro de Neil Gaiman (Anansi Boys).
Mas o prazer é duplamente obtido com a edição de um novo livro de Terry Pratchett (“Thud!“).
Thud!” é o trigésimo livro da série DiscWorld que começa com um “thud” – That’s the sound a club makes when it smashes a dwarf’s head.
Em Portugal não tem havido, infelizmente, uma edição coerente dos livros de Terry Pratchett. Já houve edições da Editora Caminho, Temas e Debates e Cí­rculo de Leitores, mas acho que nenhuma teve ou terá pernas para andar.

terry pratchett

Para quem está convencido de que sabe tudo o que há para saber sobre Terry Pratchett e as origens do seu maravilhoso Discworld pode deleitar os seus olhos bolbosos na entrevista do issue 449 da scifi weekly.
Para aqueles que, enfim, não tiveram, ainda, a sensatez de ler DISCWORLD não há muito a exprimir por palavras.
Apenas devemos condoí­dos levantar ligeiramente, não exagerando para não pensar-se que estamos em pose de culturismo, os ombros, abanar ligeiramente a cabeça e jorrar um profundo e sonoro suspiro . . . ahhhhhhhhhhhhhhhhhhh (o h quase silencioso).

imagem: Josh Kirby draws Terry the Wizard on a flying carpet with his Luggage.