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leituras em 2018

Para me manter na crista da onda vou tentar listar, porque a vida também se faz de listas, alguns dos livros que me satisfizeram em 2018.

duas colecções

A par com o mais que espectacular Torpedo temos os 10 álbuns da excelente colecção Bonelli editada em Portugal pela Levoir.

Este post será um breve resumo das leituras de cada álbum ao melhor estilo telegráfico.

  1. Tex – A Lenda de Rex => continuo a não apreciar o Tex (sacrilégio!).
  2. Dampyr – Aventuras em Portugal => personagem lida nesta colecção pela primeira vez. As histórias não me entusiasmaram apesar de os desenhos serem muito bons.
  3. Dylan Dog – A Saga de Johnny Freak => não consigo deixar de gostar do detective do pesadelo. Excelente. Adorável. Assustador.
  4. Julia – O Eterno Retorno => outra personagem que continua a dar cartas. História excepcional.
  5. Le Storie – Sangue e Gelo => Uma história sem personagens recorrentes que brilha nos desejos e no texto. Grande qualidade.
  6. Tex – A Pista dos Fora-da-Lei => desta feita até gostei.
  7. Martin Mystérie – O Destino da Atlântida => quando li pela primeira vez as aventuras desta personagem em edições brasileiras o meu amor foi imediato. Desta feita não senti a mesma emoção de antigamente.
  8. Dragonero – A Primeira Missão => Descoberto. Adoração à primeira vinheta. Gostava de ler mais coisas da dupla Ian Arànil e Gmor Burpen – um orc altamente diferente.
  9. Mister No – Ovnis na Amazónia => Outra descoberta. Outra leitura muito, muito agradável. Para ler mais se aparecer por cá.
  10. Dylan Dog – Os Inquilinos Arcanos => nada a acrescentar, é Dylan Dog.

o final

Já está nas minhas mãos o último álbum do fabuloso Torpedo. 

lidos

Três leituras que deram diferentes níveis de satisfação.

a bombar!

A começar a leitura de Torpedo – sucesso garantido.

A experimentar a banda desenhada Assassin’s Creed – em testes.

torpedo

O maior lançamento editorial do ano. Fantástico! 

torpedo 1972

Aqui está o último álbum da colecção completa Torpedo.
Apesar de o argumento continuar a cargo de Enrique Sánchez Abulí, a arte passou para as mãos de Eduardo Risso. É uma história a cores mais longa do que o habitual, mas espectacularmente negra de um Torpedo mais velho, igual a si próprio – cínico, amoral. Uma história que não defrauda.

Só faltou o conto, “Una obra de caridad” que consta da edição espanhola.

coisas boas

Existem uns malucos, seguramente puritanos, que odeiam banda-desenhada. Para descobrirem o que é realmente bom deviam ser castigados com a leitura de Torpedo 1936.

Torpedo 1936 é algo verdadeiramente poderoso. Esta semana sai o último volume da colecção integral, realmente integral sem censuras – as duas histórias que têm sido censuradas (“Toccata y fuga” e “Lolita” constam desta maravilhosa edição da Levoir.

O volume seis oferece as histórias a cores do Torpedo 1972 ainda com o argumento de Enrique Sánchez Abulí, mas com arte de Eduardo Risso que substituiu Jordi Bernet.

torpedo 1936, nova edição

Aqui está o maior lançamento editorial do ano: a colecção completa do Torpedo 1936 escrito por Enrique Sánchez Abulí e desenhado por Jordi Bernet.
Hoje vou colocar nas mãos no segundo volume.

torpedo 1936: alguns recuperados

Houve um dia do qual não me orgulho particularmente; ofereci quase todos os meus “Torpedo 1936”.

Esta semana consegui adquirir de novo os 3 primeiros números como novos. Não cometerei novas loucuras – está prometido.