Tag Archive for: vampiro

josé eduardo agualusa

14 Mar
14.03.2019

Depois de ter lido “A Teoria Geral do Esquecimento”, por José Eduardo Agualusa, fiquei de tal forma fascinado pela sua escrita que tenha decidido começar a ler o resto da sua obra pela ordem de obtenção de cada título – pois claro.

Na seguinte lista não coloquei as suas obras de literatura infantil, “Estranhões e Bizarrocos”, ” A Girafa que Comia Estrelas”, “Um Pai em Nascimento”; “Lisboa Africana” grande reportagem sobre a comunidade africana de Lisboa, em parceria com Fernando Semedo (texto) e Elza Rocha (fotografia).


Acho que nesta lista não falta nada. A corrigir se necessário.


A existir links é a prova provada de que já li a obra.

[1] Os contos deste livro inicialmente publicados pela editora Vega foram reunidos no livro “A Feira dos Assombrados” publicado pela Quetzal. Todas as histórias partilham o Dondo como ponto comum.

vampiro

19 Dez
19.12.2018

Um susto de imagem?

revista digital minatura #133, dossier vampiros

05 Abr
05.04.2014

Retomamos por una segunda vez tan exitoso tema y ha sido un éxito rotundo de colaboración, quizás exponga a mis escritores –e ilustradores- a la maligna jauría pero ellos están perfectamente calificados para este encuentro y cuentan con una gran ventaja: La imaginación.
Como siempre damos las gracias por estar ahí: colaborando o simplemente leyendo estas líneas.
¡Gracias por leernos!

Ricardo Acevedo Esplugas y Carmen Rosa Signes Urrea

Tenho orgulho de ter publicadas duas histórias minhas na Digital miNatura #133.
Este número tem colaborações da:

  • Argentina
  • Bélgica
  • Brasil
  • Colômbia
  • Chile
  • Cuba
  • El Salvador
  • Espanha
  • Estados Unidos
  • França
  • Grão-Bretanha
  • Irlanda
  • Israel
  • México
  • Peru
  • Porto Rico
  • Portugal – com as minhas histórias
  • República Dominicana
  • Uruguai

As histórias são:

    • la tabla de tapas / the tapas plate
  • la familia caron / the caron family

sp-185

thirsty again por rafater

Não posso deixar de agradecer a Sandra Rodrigues e a Sérgio Araújo pelas traduções para espanhol e inglês respectivamente.

revista digital minatura: vampiros

27 Fev
27.02.2014

Já foi disponibilizada a capa da revista digital miNatura, tema Vampiros, na qual será publicada uma história minha.

A história é intitulada “La tabla de tapas”.

odeio sudoku! (excerto)

04 Fev
04.02.2014

Ando sem apetite. Com desejos de experimentar coisas novas. Não me recordo, nestes últimos anos, de ter esta necessidade, assim, tão premente.
São 22h31 e, enquanto passeio pela Rua de São Bento que me leva ao interior do Centro Comercial do Terço, percorro com os olhos para a direita, para a esquerda – nada desperta o meu interesse. As mesmas coisas. Os mesmos potenciais sabores.

Terminei a minha história sobre vampiros para enviar para a Revista Digital miNatura 133.

O tema anterior, da revista 132, foi Área 51.

a transformação

30 Dez
30.12.2012

Hoje pela madrugada dentro estava com os pés completamente gelados e o resto do corpo a tremer que nem decrépitas bandeiras de Portugal penduradas nas varandas ao sabor do vento. Quando o frio começou a subir pelas canelas e a alastrar pelos membros inferiores temi pela saúde do meu pénis e dos meus exuberantes testículos.
Estaria a transformar-me em vampiro? Claro que no clássico vampiro que pede licença para entrar em casa e não aquele que come vegetais ou anda à luz do dia. Um dos motivos que me leva a adorar os vampiros é esta refinada educação. O vosso deus, por exemplo, está em todo o lado e nem pediu permissão para estar neste preciso momento a ler o que estou a escrever por cima dos meus ombros.
Esta ideia romântica de transformação foi afastada pela resposta da minha mais-que-tudo, após ter bocejado um arrepiado “Estou cheio de frio e a tremer. O que se passa?”. “Olha que eu estou cheia de calor.” foram as suas palavras jocosamente apunhaladas nos meus ouvidos.

Assustei-me.

Estaria a minha energia vital a ser sugada? Passados estes anos todos seria a minha companheira de cama uma real Sil? Uma parasita cibernética do planeta “estou-realmente-lixado-da-cabeça“?
“Agora é que não me safo”, sussurrei para a minha almofada.
Senti uma mão a penetrar-me nas costas, a subir até ao pescoço e a dizer “Estás cheio de febre.” A mão e corpo saiu da cama e foi para a cozinha preparar qualquer poção diabólica ao melhor estilo de chá de Santo Daime. Soube isto quando me foi oferecido um copo de líquido branco e efervescente com um irritado “toma isto e vê se me deixas dormir”. Bebi calado e bem caladinho. Não me lembro de adormecer.

Acordei. A fêmea alfa já não estava na cama. Teria sido tudo um pesadelo?

não sei a que horas me deitei, apenas às que me levantei, versão iii

21 Fev
21.02.2012

Estava muito bem de tal forma que era constantemente pisado em Firelands quando visitas com relógios adiantados duas horas apareceram em minha casa.
Lá tive por um questão de segurança familiar (aka cuidado com a mulher) abandonar a raid e ir vestir-me nesta vergonha.

não sei a que horas me deitei, apenas às que me levantei, versão i

21 Fev
21.02.2012

Estava muito bem de tal forma que era constantemente pisado em Firelands quando visitas com relógios adiantados duas horas apareceram em minha casa.
Lá tive por um questão de segurança familiar (aka cuidado com a mulher) abandonar a raid e ir vestir-me nesta vergonha.

em todo o lado

26 Dez
26.12.2011

Deus está em todo o lado? A omnipresença divina é avassaladora e uma falta de respeito. Qualquer vampiro pede licença para entrar em casa; se a autorização não lhe for dada não pode entrar e, muito importante, a permissão pode se revogada a qualquer momento.

Claro que a sorte do Deus é além da sua omnipresença ser imbuído de omnisciência, porque não acredito que quando eu tenha as nádegas estacionadas na sanita em ideal posição de expulsão dos meus demónios interiores Ele esteja na divisão a levar nas narinas com um ataque biológico infernal; mas se lá estiver problema dele – que aguente.

Foram as minhas dúvidas teológicas de 2011.

o apelo da lua

10 Mar
10.03.2011

“O Apelo da Lua” de Patricia Briggs tem desde logo um grande aspecto negativo: cria o desejo de ser lido sem paragens – pois… é viciador. Claro que este aspecto é um, digamos, falso negativo.
Esta edição da Saída de Emergência, editada em Setembro de 2010, traz uma autora que com este livro criou personagens cativantes e um mundo fantasticamente “convincente”. As personagens estão bem construídas e o mundo fantástico tem pormenores interessantes.

A escrita de Patricia Briggs não é telegráfica, mas escreve sem rodeios, sem complicar o enredo da história que começa logo ali ao virar da primeira página. A personagem principal tem uma personalidade forte que nas suas deambulações nos vai relevando o mundo dos lobisomens, dos vampiros e de outras personagens feéricas. Apesar de existir na história romance este não é transforma as relações em relações picuinhas; temos aspectos românticos sim, mas com contornos selvagens – lobisomens, coiotes, seres humanos tem de dar uma combinação sempre explosiva.

Espero que esta série (“Mercy Thompson Series”) tenha em Portugal o mesmo sucesso que está a ter nos EUA; aí, já com 5 livros editados e com o sexto a sair, possivelmente, ainda, este mês. Para já temos os dois primeiros volumes. O segundo, “Vínculo de Sangue”, já foi editado pela Saída de Emergência.

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beam me up, scotty!