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blue sparkles de sissy pantelis e vurore

blue sparkles

here I am

I usually read accompanied by the sound of good music. I almost always choose between a touch of jazz by the master Chet Baker or I lazily listen to the Stabat Mater of Dvořák. After all they are the CDs that are almost stapled to my old CD player. These musical choices did not work with Blue Sparkles by Sissy Pantelis. So, I read the book without sound and then in the second passage through the final lap – kaaapooooom, I chose Wrath of the Lich King (OST) for a new reading – magic!

… odd thoughts …

  • In the two spreads in which the prince ventures with his mother the rags of the fog create an atmosphere of perfect melancholy – secrecy.
  • The prince’s mount, “a bird” has brought memories of World of Warcraft. How can I ever forget the gryphons of the Alliance!
  • After the talk with Feather-Horn we have three spreads with so many, but so many details – delicious – that they alone raise the bar of what can be expected. Is the step bigger than the leg? No, it was not.
  • Throughout the book one can discover immense references to works of fantasy, just throw the cards and be very careful with the queen of hearts.
  • We have Firework Dancers, Pixies and even an owl piper. Ah! And Swan Knights… So much visual detail that each spread should be read-seen-seen-read repeatedly (loop-on mode) so that nothing gets lost – okay?
  • I do not know how the collaboration between the artist and the writer was; maybe healthily sick? Watch the first panel of the story; in the anguish of the mushrooms; how much they suffer from the fiddly music of the frogs – brilliant!
  • Individualized balloons that make the characters’ voices different.
  • The moon red spread is abysmal.

Blue Sparkles is a musical book. Mysterious. A kaleidoscope of text, image and sound. Venetian masks, apple, shoe, Hansel, snow, red hood, crows – explosion. TAM. TAM. TAM.

If I already loved Sissy, the inclusion of crows was a tasty “Nevermooorrre” that made me smile with my mouth open. Dear Poe.

TAM. TAM. TAM. And the drums come to life and set the pace. TAM. TAM. TAM, in the background. Here I go to the end of a love story … Will a good story have an unfortunate end? End. Beginning. Perfidia. Mistake. Con. End of the nightmare, perhaps? Intermezzo and opening of a new chapter with a rainbow that reminds me of the Bifrost bridge, but without the presence of the mighty Heimdall.

TAM. TAM. TAM. Books inside a book and we have a wonderful library, naturally full with books, but equally filled with the tree of knowledge and a cat and a rabbit, too – Alice where are you?

A book that I read quickly, but that should be slowly tasted as a dream of a summer night, right brother Oberon?

Here are my loose and incoherent thoughts. I can do much more with a story full of changes, turns, with the introduction of details and more details and more characters around the corner.

Blue Sparkles with texts by Sissy Pantelis and drawings by Vurore is a mesmerizing book. As hypnotizing as that brown butterfly that flies through the book spying the unfolding of the story

Are beauty and love not the most powerful magic?” – yes and also good books.

pedro potier

Na sequência de posts sobre a revista ART Nove publico dois trabalhos de Pedro Potier agora que descobri o seu site.

A primeira imagem é do fantástico mundo World of Warcraft.

A segunda é uma prancha da banda desenhada quebra-queixo.

quebra-queixo

quebra-queixo

imagens copyright de Pedro Potier

warcraft: legends

Terminei a leitura dos cinco volumes da série Warcraft: Legends editada pela Asa e só tenho a dizer coisas positivas. A primeira é, naturalmente, a edição dos 5 volumes da série. As outras coisas, e apenas fico por duas, são a excelente tradução e uma apresentação de qualidade em cada volume.

Fiquei sequioso por mais.

Recomendo a saga a qualquer pessoa que adore banda desenhada, fantasia de uma forma geral, e especialmente àqueles que já conhecem o wow como jogo.

wow, ainda isso?!

“Sabes o Sérgio tem 70k de gold.”, disse-me ontem à noite o lm.
“Ah… o quê?!”
“No wow pai!”
“Isso ainda existe?”, retorqui em tom de brincadeira.
“Nas férias vou ficar viciado.”, terminou ele a conversa com esta frase.

E só com estas palavras me recordei do meu antigo vício e de quanto distante está esse tempo. E se há coisa que não me desperta é mesmo este jogo ou qualquer outro; pelo menos nesta nova fase da minha vida.

O problema existe contudo do lado do meu filho e como irei resolver o seu mais que real vício. Claro que me posso recusar, pura e simplesmente, a activar a conta, mas qualquer explicação que seja dada não será nunca? aceite por ele. Será mesmo assim essa solução a ideal?

A reflectir no assunto.

jantar 3.0

Acho que deve ser o último post do jantar.
Falou-se do fantástico Borat de Sacha Baron Cohen e questionou-se o que seria feito dele. E, nem de propósito, no dia seguinte Sir p. copiou-me um link do seu novo filme Brüno. Vai ser outra bomba, naturalmente.

Sempre que via o Naruto na televisão mudava de canal porque apesar de gostar muito de anime e de arte sequencial japonesa (Mangá) ficava com a ideia de ser uma série muito à Dragon Ball. E Dragon Ball para mim é algo de muita pouca qualidade.
Sir p. que já tinha dito que andava a ver Naruto, e tendo sido metralhado com escárnio por mim, no jantar falou novamente de Naruto e fez-lo com grande prazer verbal. Não me esquecendo que o viciei em Magic, xadrez, wow, dediquei-me nos dias seguintes a ver Naruto, porque quem fala como ele falou e sendo ele alguém que gosto especialmente de ouvir senti-me na obrigação de “comer” Naruto antes de falar… (queria que me viesse à memória um lindo provérbio, mas falhei).

E Naruto? É simplesmente bestial. Brutal. Na primeira deslocação à Fnac vi os dedos de uma mão inteira a apontar a localização dos volumes de Mangá de Naruto. Comprei o primeiro volume e foi uma leitura deliciosa. Já não me divertia e ria tanto a ler Mangá desde Ramna 1/2

Recomendo-o e obrigado, porque até fica bem, Sir p. pelo puxão de orelhas.

o wow uau

Já referi anteriormente que poderia vir a ser um viciado no wow. E a verdade é que o wow é super-ultra-mega viciante. E felizmente que já não jogo desde 17.Abril. E não sendo muito tempo é para mim imenso tempo.

Chegar a casa e pensar em muitas coisas excepto no wow é um muito bom sintoma. A questão é saber se o regime está para durar.

1:08

1º bitoque
Ontem à noite abri a porta do armário para me refastelar com uma taça de Kellogg’s All-Bran quando vi uma bolacha fora da embalagem. Órfã. Desaconchegada. Despida. Tive um momento de rara fraqueza e absorvi-a pondo fim à sua solidão. Reconheço que fui um fraco. Como o são aqueles fumadores que levam o cigarro até às suas últimas consequências. Mas em oito miseráveis lindos dias foi o único deslize. Perdoei-me logo ali e penitencio-me ainda agora disso.

2º bitoque
Acordei com sono e cansado. Deve ter sido do sonho. Sonhei que estava escondido num esconderijo subterrâneo, alvo de ataque por sei lá o quê ou quem. Senti a ameaça, mas nunca a vi. A merda do esconderijo não era nada bom, porque fui descoberto. E tive de fugir, juntamente com duas coisas boas, acho que eram boas, porque se não o fossem eu não fugia e lutava logo ali. Fugi para evitar danos colaterais, acho eu. E tive de fugir por um túnel escuro e apertado. E isso incomodou-me, porque fiquei em estado quase de acordado? e recriei o túnel colocando uma janela para o iluminar disfarçada com almofadas para a luz não me acordar. Nunca cheguei a entrar no túnel. Quando dou por mim estou a navegar num rio à procura das coisas boas e acordo com sono e nervoso. Com uma ligeiro incómodo na barriga característica única de nervosidade ou…

3º bitoque
Releio sempre um Zits na cama para relaxar.
Ontem a escolha, sempre, aleatória foi “Amuado, Aluado, Tatuado”. E enquanto lia as tiras das aventuras de Jeremy Duncan vinha-me ao pensamento os comportamentos do meu filho pré-adolescente. Que me fode a cabeça dia-sim-dia-sim. É um senhor. Um mestre na arte de me irritar. E ainda está na pré. quando estiver na adolescência como será? Terei em casa um “Zitsiano” ou algo pior. E azar dos azares não sei onde meti o livro de instruções do meu filho.

4º bitoque
Ontem, apesar de tudo, a minha casa esteve mais calma do que o habitual. Pude jogar um bocadinho de wow. Fiz umas quests em Icecrow. Outras em Scholar Basin. E como obtive um, aparentemente, melhor por staff causa do hit, quis melhorar a skill e fui deixar o hunter a bater no primeiro boss de Shadow Lab. Mas sem chave para entrar dei um salto a Sethekk Halls, matei o Talon King Ikiss. Fiquei, assim, com esse achivement e com o The Keymaster.

Eram para ser 8 bitoques. Fico-me pelos quatro.

tempos & pensamentos

Estava via MSN a falar sobre o wow quando reparo na frase

mas devo dizer ke por muito ke goste do jogo ja nao me toma tanto tempo como anteriormente

e decido fazer umas contas de tempo ao tempo que realmente dedico ao jogo. E somando uma média de 3 horas/dia, mas mais do que que 3 horas diárias aos fins-de-semana, devo arredondar as contas para umas 24h.

Devo concluir que é muito tempo dedicado a um jogo de pc. Serei um viciado em wow? Possivelmente. Ou talvez não. já que jogo desde a reactivação sem grandes horários e sem pressões. Ou será este pensamento uma auto justificação para auto ignorar o meu vício? Mas, antes de avançar mais, afirmo e reafirmo que não fico perturbado ou arrependido de ter jogado ou ainda ir jogar wow. Tal como nunca fiquei pesaroso por qualquer acto de masturbação. Humm. Uma vez, contudo, pensei que a minha avó podia estar a ver do céu, mas depois lembrei-me que era agnóstico, mas sendo agnóstico havia sempre a possibilidade de Deus existir, daí que arrisquei ser ateu, o que foi a melhor decisão e, assim, desde essa altura sempre que me masturbava estava envolvido num agradável e aconchegado solipsismo.

Voltando à questão principal, o vício. Não jogo nem de perto nem de longe 22/24h de wow. Quanto muito esta semana terei jogado 10 “horitas”.
/pause
/clear
Depois de reler esta última frase reparo que inconscientemente, foi inconscientemente sim senhor, e eu é que sei o que processei mentalmente, escrevi duas palavras cheias de significado: esta e “horitas“. Talvez seja mesmo viciado(?) porque escrevi não só esta semana, como se as outras semanas estivessem apagadas da minha memória, como também apliquei o “horitas“, querendo dizer que são horas sem qualquer importância.

Tenho de admitir com alguma relutância que poderei vir a ser um viciado em wow.

novo tema a caminho

o velho tema: redoable por dean robinson

A utilização de um novo tema no blog está a obrigar-me a rever alguma da estrutura actual.
Estou, assim, a rever algumas categorias e etiquetas.

Até à data em que colocarei o novo tema alguma coisa deverá correr mal. Estranharei se tal não acontecer. Espero, contudo, que não.
Mudo porque este tema nunca foi verdadeiramente acabado, mas aprendi com ele muito sobre o funcionamento do WordPress.
O tema anterior a este (redoable) tinha imagens no cabeçalho. E sinto saudades de um blog com essa possibilidade. O novo será o máximo possível minimalista, mas com imagens no header. Também não posso deixar de colocar citações a correr aleatoriamente na página inicial. Característica sempre dos meus blogs.

O local dedicado a um dos meus vícios, world of warcraft, já está terminado e devidamente afinado.

UPdate: 13.12.2008
# As imagens colocadas a partir desta data terão uma nova largura máxima de 580px contra os actuais 450px. O resultado é as imagens “quebrarem” o post. Mas isso é propositado. O novo tema terá uma “content” área mais larga, 600px. Daí que as novas imagens já são colocadas a pensar nisso.

UPdate: 14.12.2008
# Pretendo também colocar imagens no sidebar como links directos a posts. Imagens que podem ofender os mais puritanos. A razão não da ofensa claro é trazer dos arquivos entradas de fotografias, de ilustrações esquecidas…

UPdate: 29.12.2008

o novo tema: mimbo magazine por darren hoyt

# A testar alguns plugins. Se tudo correr bem ainda hoje coloco o novo tema.

UPdate: 30.12.2008
# Ainda não sei como colocar a livraria, os downloads e outras opções que existiam no tema anterior. Algum css também tem de ser remodelado. E continuo a não gostar do css das citações.
# Removido o plugin WordPress Thread Comment

UPdate: 31.12.2008
# Coloquei um novo CSS para as citações dos posts.